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domingo, 2 de maio de 2010

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OLHAR CRÍTICO

De OLHO na Mídia

Emir Sader: Por que a Folha de São Paulo mente (mente, mente, mente, desesperadamente)
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(ARTIGO DE SADER)


Big Brother Brasil 10 lidera ranking da baixaria na TV divulgado pela CDHM

O "Big Brother Brasil 10", exibido pela TV Globo, foi o programa de TV que mais recebeu denúncias de desrespeito aos direitos humanos na campanha "Quem financia a baixaria é contra a cidadania". O programa lidera o 17º Ranking da Baixaria na TV, divulgado em seminário promovido pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.

Entre agosto de 2009 e abril de 2010, a campanha recebeu 227 denúncias fundamentadas contra o reality show. As reclamações tratavam de desrespeito à dignidade da pessoa humana, apelo sexual, exposição de pessoas ao ridículo e nudez.

O 2º lugar do ranking, com 105 denúncias, foi o programa "Pegadinhas picantes", exibido pelo SBT. Em terceiro lugar ficou o "Pânico na TV", apresentado pela Rede TV. Figuram no quarto e quinto lugar da lista, respectivamente, os programas regionais "Se liga Bocão", da Record, e "Bronca na TV", do SBT.

Os dados foram apresentados pela representante da Executiva da Campanha pela Ética na TV, Cláudia Cardoso. A campanha "Quem financia a baixaria é contra a cidadania" foi lançada em 2002 pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias em parceria com entidades da sociedade civil.

Homofobia e nudez

De acordo com o pesquisador e jornalista Cláudio Ferreira, da TV Câmara, foram registradas diversas reclamações com relação ao Big Brother sobre comportamentos homofóbicos e incitação à violência do participante Marcelo Dourado - que acabou sendo o vencedor da edição.

A representante da Executiva da Campanha pela Ética na TV Cláudia Cardoso disse que o programa "Pânico na TV", apesar de figurar em 3º lugar no ranking atual, tem aparecido seguidas vezes na lista dos programas denunciados por desrespeito aos direitos humanos. "Há desrespeito e tortura. Os trabalhadores são submetidos a situações constrangedoras, como enfiar a cabeça na privada e dar descarga", afirmou.

Resultados da campanha

Cláudia Cardoso informou que, apesar de ainda haver casos recorrentes, a campanha pela ética na TV já obteve várias conquistas para a sociedade, como mudanças de horários de programas e até cancelamento de contratos de apresentadores. Segundo ela, os pareceres trazem em comum a necessidade de acionar o Ministério Público para a realização de termos de ajustamento de conduta. Ela destacou que o controle social da mídia também precisa ser transformado em lei. "É um contra-senso que as empresas percam a dimensão do serviço que prestam, principalmente por serem uma concessão pública", afirmou.

Na avaliação da presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputada Iriny Lopes (PT-ES), a expectativa com a campanha é de mobilizar cada vez mais a sociedade para que a TV desempenhe um papel de respeito às diferenças. "Devemos lutar por uma TV de promoção dos direitos humanos. Os programas apontados no ranking reuniram cenas de nudez em horário impróprio, violência, preconceito contra negros, pobres ou por orientação sexual. A expectativa da sociedade é de maior responsabilidade social", disse.

PNDH - 3

O seminário também discutiu o Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3). A presidente da organização não governamental Observatório da Mulher, Rachel Moreno, afirmou que o maior medo da grande mídia com relação ao plano diz respeito ao controle social. "Mas não queremos punir ninguém ou estabelecer censura, mas implementar e zelar pelo respeito aos direitos humanos", afirmou . Segundo ela, por serem concessões públicas, as TVs e rádios deveriam ter responsabilidade social. Além disso, ela afirmou que os valores e modelos divulgados pela publicidade e pela programação de TV estão provocando "doenças modernas", como anorexia, visão distorcida do próprio corpo e mania de magreza.

Para Iriny Lopes, as TVs devem cuidar para emitir mensagens de igualdade e respeito aos direitos humanos e às diferenças. "A TV tem papel fundamental na comunicação de massa e atua em tempo real. A expectativa é que a participação atuante da sociedade que recebe a mensagem possa ajudar a construir uma programação de qualidade. Não se trata de controle prévio da mídia, mas da percepção de que estamos formando pessoas e não apenas consumidores", disse.

Para o deputado Pedro Wilson (PT-GO), o desafio é a democracia na TV. "Essa é a nossa luta. Apoiar o Plano Nacional de Direitos Humanos 3 por uma comunicação social participativa e uma televisão consciente para um Brasil diferente. Quem financia a baixaria é contra a cidadania", afirmou.

fonte: site pt e Equipe Informes com Agência Câmara

A BRIGA DOS INSTITUTOS DE PESQUISAS

A MANIPULAÇÃO DE NÚMEROS PELOS DEFENSORES DO NEOLIBERALISMO
TSE rejeita representação do PSDB contra instituto Sensus


O ministro auxiliar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Joelson Dias julgou improcedente, nesta quarta-feira (5), a representação do PSDB que pedia aplicação de multa ao instituto Sensus Data World Pesquisa e Consultoria por uma pesquisa de opinião sobre as eleições presidenciais. O TSE não viu nenhuma irregularidade na pesquisa.

Na representação, o partido alega que o instituto teria desrespeitado o prazo mínimo de cinco dias, previsto em lei, entre o pedido de registro do levantamento e a data do anúncio dos resultados.

A pesquisa apontou empate técnico entre os pré-candidatos José Serra (32,7%) e Dilma Rousseff (32,4%). Um levantamento anterior, do Instituto Datafolha, apontou uma vantagem de dez pontos percentuais de Serra sobre Dilma. A disparidade entre os resultados dos dois institutos fomentou a argumentação tucana.

O Sensus havia indicado, inicialmente, como contratante o Sindecrep (Sindicato dos Empregados nas Empresas Concessionárias no Ramo de Rodovias e Estradas em Geral do Estado de São Paulo). Depois, o instituto pediu a alteração do nome do contratante, que passou a ser o Sintrapav (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada e Afins do Estado de São Paulo).

A empresa argumenta em sua defesa que cometeu um equívoco no preenchimento do formulário do registro, trocando o nome de um sindicato por outro, já que ambas as entidades (Sindecrep e Sintrapav) têm sede no mesmo edifício e compartilham o mesmo número de telefone.

Em sua decisão, o ministro auxiliar Joelson Dias afirma que "houve apenas erro material no pedido de registro da pesquisa e que esse equívoco não afetou as informações de maior importância para o exercício pleno da fiscalização pela Justiça Eleitoral e dos partidos" como a metodologia, a amostra e o período da sondagem. Joelson Dias afirmou ainda que a alteração do registro aconteceu antes da divulgação do resultado.

O ministro ressaltou ainda que "não foi constatado que a alteração tenha trazido qualquer benefício ao instituto ou prejudicado alguém".

A decisão do TSE desmoraliza a histérica campanha que tucanos promoveram contra o instituto Sensus e, ao não apontar qualuqer irregularidade na pesquisa, mantém a polêmica sobre os resultados discrepantes apresentados pelo Datafolha e Ibope.

O ministro chegou a autorizar o PSDB a fazer uma fiscalização na sede do Sensus. Depois de ter acesso aos dados, o PSDB anunciou que iria entrar com uma notícia-crime por cinco supostas irregularidades. Mas posteriormente verificou-se que o partido --por incompetência de seus técnicos ou por má fé-- usou dados errados para basear o seu pedido.

Vermelho (www.vermelho.org.br)

"ELEIÇÕES 2010"

NAS URNAS vamos escolher:

RETROCESSO e/ou AVANÇO

VOLTA DO NEOLIBERALISMO e/ou GOVERNO POPULAR

ESTAGNAÇÃO e/ou CRESCIMENTO ECONÔMICO

Governo para POUCOS e/ou GOVERNO PARA TODOS

"(...) Os demo-tucanos querem, na prática, esconder que fizeram parte do fracassado governo FHC (1995-2002), que quebrou o país três vezes, levou ao apagão de 2001 e rastejou perante o FMI.

Em 2002, no plano federal, o povo queria mudanças e eles prometiam continuidade; agora, a grande maioria da população quer manter o ritmo mudancista, com crescimento econômico, geração de empregos e inclusão social, e eles querem retroceder.

A tática é tentar desconstruir os êxitos alcançados a partir de 2003.

Certamente o PT e seus aliados não terão dificuldades para remover as densas camadas de mistificação montadas para embelezar o retumbante malogro dos governos de FHC. Já em 2006, independentemente da histeria da maior parte da mídia, o povo separou o joio do trigo.

Insiste-se que o governo Lula seria simples continuação do de FHC, mas a maioria da população sabe que não é. Exemplo: em oito anos, FHC criou 780 mil empregos, registrados no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) para celetistas, enquanto em sete anos e meio o governo Lula gerou 12 milhões.(...)"

Fernando FERRO: Comparação entre Lula e FHC é inevitável

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(ARTIGO - na íntegra - DE Fernando FERRO)

ESTE SERÁ O FUTURO GOVERNO TUCANO, SE ELEITO, GOVERNO DO RETROCESSO, DO RESGATE DO FALIDO NEOLIBERALISMO, GOVERNO DA DESINTEGRAÇÃO:

Jornal argentino questiona posição de Serra sobre Mercosul

O jornal argentino Clarín questionou as declarações de José Serra, pré-candidato tucano à presidência da República, que classificou o Mercosul como uma “farsa” e “um obstáculo para que o Brasil faça seus próprios acordos individuais em comércio”. As declarações foram feitas durante encontro de Serra com empresários na Federação de Indústrias de Minas Gerais (FIEMG). Serra disse ainda que “não tem sentido carregar o Mercosul” e que “a união aduaneira é uma farsa exceto quando serve para impor barreiras” ao Brasil.

As declarações do ex-governador de São Paulo surpreenderam negativamente várias lideranças latinoamericanas pelo desprezo que revelaram em relação ao processo de integração na América Latina. A sinalização de Serra foi clara: caso seja eleito, é o fim da integração.

As declarações do tucano, assinalou o Clarín, retomam teses já defendidas por ele quando foi derrotado por Lula em 2002. Essa visão, diz o jornal argentino, “supõe que o Brasil deva se afastar de Argentina, Paraguai e Uruguai, porque é a única maneira para seu país formar áreas de livre comércio com Estados Unidos e Europa, sem necessidade de “rastejar” diante de seus sócios”. Uma resolução do Mercosul, lembrou o jornal, estabelece que nenhum dos países do bloco pode realizar acordos comerciais separadamente sem discutir com os demais.

O Clarín também ironizou algumas afirmações do tucano. Serra disse que, sob um eventual governo seu, o mais importante será aumentar as exportações. “O certo”, diz o jornal”, “é que essa foi uma conquista obtida por Lula: desde que iniciou seu governo, no dia 1° de janeiro de 2003, o presidente conseguiu passar de 50 bilhões de vendas ao exterior para 250 bilhões. Ou seja, quintuplicou a presença brasileira nos mercados mundiais”.

Ao qualificar o Mercosul como uma farsa, Serra parece desconhecer, diz ainda o jornal, que o grosso das exportações industriais do país tem como destinatários países da América Latina. “Segundo estatísticas oficiais, 90% das vendas de produtos manufaturados de Brasil no mundo ocorrem no Mercosul e em mercados latinoamericanos”, diz ainda a publicação Argentina, que conclui:

“O candidato socialdemocrata evitou dizer como pretende reformular a posição do Brasil. Mas ignora que não é simples passar, como pretende, de um mercado comum definido por uma unia aduaneira a uma simples zona de livre comércio como a que existe no NAFTA. Ele pode desde já conquistar o desprestígio regional, além de submeter-se a severas punições por conta da ruptura de contratos internacionais”.

fonte: Carta Maior (www.cartamaior.com.br)



MAIS INFORMAÇÕES
Pnad 2008: serviços de saúde aprovados

A aprovação dos serviços de saúde no país chega a 86,4%, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008, do IBGE, divulgada em 31/3. Segundo o jornal Extra (1/4), dos 26,7 milhões de brasileiros que se consultaram na rede pública ou privada nas duas semanas anteriores ao levantamento, mais de 23 milhões consideraram muito bom ou bom o atendimento recebido. Quase 57% dos entrevistados disseram ter usado o SUS. Além disso, cerca de 80 milhões de pessoas procuraram postos e centros de saúde — o que corresponde a 56,8% da população que vai regularmente ao médico, contra os 41,8% registrados em 1998.

De acordo com o site do Ministério da Saúde (1º/4), ao lado do aumento da utilização das unidades básicas, a PNAD registrou redução na procura por ambulatórios e hospitais. Apenas 12,2% recorreram a serviços ambulatoriais, quando, em 1998, o índice era de 21,5%. A queda ilustra mudança na mentalidade dos usuários do SUS, que deixam de ver os hospitais como referência — desafogando-os —, para utilizar os postos e centros de saúde como porta de entrada no sistema.

A pesquisa mostrou, ainda, que 27,5 milhões de moradias estão cadastradas na Estratégia da Saúde da Família (ESF), programa do Governo Federal, o equivalente a 96,5 milhões de pessoas cobertas — o que corresponde a 50,9% da população. Além disso, a proporção de mulheres entre 50 e 69 anos que se submetem a mamografia cresceu de forma expressiva em cinco anos, atingindo 71,5% (em 2003, 54,8% das brasileiras nessa faixa etária tinham feito o exame); o acesso e a cobertura do exame para detectar o câncer de colo de útero também foram ampliados (aproximadamente 49 milhões de mulheres com 25 anos ou mais fizeram o papanicolau em 2008 — 84,5% da população feminina nessa idade); reduziu-se de 18,7%, em 1998, para 11,7%, em 2008, o índice de brasileiros que nunca foram ao dentista, assim como cresceu a procura por atendimento bucal; e caiu também, praticamente pela metade, o número de fumantes no país.



Mortes por água poluída

"Mais pessoas morrem hoje por causa da água poluída e contaminada do que por todas as formas de violência, inclusive as guerras". Foi o que constatou o Programa do Meio Ambiente da ONU (Unep, na sigla em inglês), que apresentou o relatório Água Doente, lançado no Dia Mundial da Água (22/3). Segundo o documento, a falta de água limpa é motivo da morte de 1,8 milhão de crianças com menos de 5 anos de idade por ano.

No relatório, o Unep informou que 2 milhões de toneladas de resíduos (compostos, principalmente, por esgoto, poluição industrial, pesticidas agrícolas e resíduos animais), que contaminam 2 bilhões de toneladas de água diariamente, causaram gigantescas “zonas mortas”, sufocando recifes de corais e peixes, informou a Agência Reuters (22/3). O documento ainda aponta que grande parte do despejo ocorre em países em desenvolvimento, “que lançam 90% da água de esgoto sem tratamento”. Além disso, “mais da metade dos leitos de hospital no mundo é ocupada por pessoas com doenças ligadas à água contaminada”.

De acordo com o relatório, é preciso criar sistemas de reciclagem de água e projetos que requerem alto investimento para o tratamento de esgoto, proteção de áreas de terras úmidas e uso de dejetos animais como fertilizantes.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou (5/4) campanha mundial para melhorar a qualidade da água e das condições de higiene nas escolas de educação infantil e ensino fundamental, intitulada Água, Saneamento e Higiene nas Escolas (Wash, na sigla em inglês). Um dos projetos orientará as escolas a adotarem programas que desenvolvam um ambiente escolar saudável e seguro, capaz de proteger as crianças. Além disso, campanha estimulará as crianças a se tornarem agentes do processo, mudando os hábitos familiares e de suas comunidades.

Em 60 países em desenvolvimento, mais de 50% das escolas não têm água potável nem instalações sanitárias adequadas (Agência Brasil, 5/4).


Mais cochilo, mais aprendizado

Pesquisadores de psicologia da Universidade da Califórnia avaliaram o efeito de um cochilo sobre o desempenho cerebral, informou a Carta Capital (26/2). Foram 39 voluntários, adultos e saudáveis, sorteados em dois grupos. O primeiro grupo teve um cochilo permitido, enquanto o segundo não dormiu durante o dia. Ambos iniciaram atividades intelectuais semelhantes ao meio-dia. Às 14 horas, somente os voluntários do primeiro grupo puderam dormir, de 60 a 90 minutos. Às 18 horas, foram comparados os desempenhos nas atividades de aprendizagem que todos os indivíduos, dos dois grupos, realizaram. As pessoas que conseguiram dormir tiveram mais êxito nos exercícios das 18 horas, comparadas às do grupo que permaneceu acordado. O grupo do cochilo também demonstrou melhor aprendizado à tarde, em relação ao período matinal.


Pesquisa finlandesa, publicada no periódico Circulation, revelou que crianças e adolescentes que moram com pessoas fumantes já apresentam espessamento das paredes dos vasos sanguíneos, informou Folha de S. Paulo (5/4). Os cientistas, que estudaram 494 crianças de oito a 13 anos, mediram parâmetros que avaliam a saúde das artérias e notaram que, em pessoas expostas ao cigarro, os indicadores eram piores. “Os participantes foram divididos em grupos conforme os níveis de cotinina (subproduto da nicotina e marcador para exposição à fumaça) encontrados no sangue. Um exame de ultrassom mediu o espessamento da aorta e carótidas”. O resultado: crianças com mais cotinina tinham paredes das carótidas 7% mais espessas, em média, do que as com níveis mais baixos da substância. Já a aorta mostrou-se 8% mais espessa. “A flexibilidade das artérias do braço — ou fluxo da artéria braquial —, outro parâmetro da saúde dos vasos sanguíneos e do risco cardiovascular, mostrou-se 15% inferior nos adolescentes com níveis mais altos de cotinina. O colesterol desses pesquisados também estava elevado”.

Do refrigerante às hortaliças na dieta do brasileiro

O brasileiro está mais sedentário, consome mais refrigerante e produtos gordurosos, mas também come mais frutas e hortaliças. Os dados são do levantamento anual realizado pelo Ministério da Saúde, o Vigitel, apresentado no Dia Mundial da Saúde (7/4) e obtido a partir de entrevistas realizadas entre janeiro e dezembro de 2009, com 56.367 pessoas. Segundo o estudo, 18,9% da população optam por cinco ou mais porções diárias de frutas e hortaliças (2,6 vezes mais do que três anos atrás). Houve redução no consumo de carnes vermelhas gordurosas e de pele de frango: em 2009, 33% dos adultos comeram esses alimentos, contra 39%, em 2006. Por outro lado, o brasileiro tem se alimentado mais de comidas gordurosas ou com alto teor de açúcar. “Tem reduzido o percentual de pessoas que almoçam em casa ou preparam sua refeição, e assim as pessoas acabam optando por alimentos mais práticos e, geralmente, mais gordurosos, como os pré-cozidos, enlatados ou mesmo os fast-foods”, analisou Deborah Malta, uma das responsáveis pela pesquisa e coordenadora-geral de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde.

Refrigerantes e sucos artificiais também participam da dieta do brasileiro: 76% dos adultos consomem esses produtos pelo menos uma vez por semana; 27,9%, cinco vezes ou mais na semana. O consumo regular, quase diário, aumentou 13,4% em um ano. Entre os mais jovens (de 18 a 24 anos), 42,1% bebem refrigerantes quase todos os dias.

Já o consumo de feijão, rico em fibra e ferro, sofreu queda: em 2006, eram 71,9% de adultos que se alimentavam dele, cinco ou mais vezes na semana. Já em 2009, o número caiu para 65,8%. “O feijão requer tempo de preparo e pressupõe comida caseira. Com a mudança no estilo de vida da população, ele está saindo da rotina do brasileiro”, explicou Deborah.

Quanto à atividade física, apenas 14,7% dos adultos praticam, no tempo livre e com a regularidade necessária (30 minutos diários, cinco vezes por semana). O índice sobe para 30,8%, considerando-se os que se deslocam a pé ou de bicicleta ao trabalho ou à escola. Ao invés dos exercícios, o brasileiro tem preferido a televisão: 25,8% dos adultos passam três ou mais horas em frente à TV, cinco vezes ou mais na semana.

Menos perda de florestas

Pela primeira vez, desde 1946, foi registrada queda na perda de florestas no mundo. De acordo com a FAO, órgão das Nações Unidas para a alimentação e a agricultura, a redução foi de 19% nesta década, em relação aos anos 1990, e ocorreu por conta de reduções no desmatamento no Brasil e na Indonésia e de esforços de reflorestamento na China, informou a Folha de S. Paulo (26/3). A FAO produz, desde 1946, a Avaliação Global de Recursos Florestais, publicado a cada cinco anos. Entre 2000 e 2010, 13 milhões de hectares de florestas foram perdidos no mundo inteiro. Já entre 1999 e 2000, a perda foi de 16 milhões de hectares. Apesar da queda, o número atual ainda é considerado “alarmante” pelo FAO. O Brasil e a Indonésia, de acordo com os dados, “foram os principais responsáveis por puxar para baixo o índice de perda de cobertura florestal”.
fonte:http://www4.ensp.fiocruz.br/

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