ACESSE O ARQUIVO DO BLOG
FILOPARANAVAÍ

sábado, 4 de abril de 2020

TEMAS CONTEMPORÂNEOS PARA DEBATES E REDAÇÕES: Reflexos gerais do aquecimento global

SALVAR O PLANETA PASSA PELA HUMANIZAÇÃO DO HOMEM E A HUMANIZAÇÃO DO HOMEM PASSA PELO CONHECIMENTO E O CONHECIMENTO PASSA PELA FILOSOFIA E PELA CIÊNCIA



O Homem só vai pensar no 'aquecimento global' o dia no qual não suportar mais o calor ou o frio intenso; o dia que as intempéries da natureza levar sua casa ou ceifar a vida de seus entes queridos; o dia que faltar comida na sua mesa, no mercado e no campo; o dia que a água não sair mais de sua torneira; o dia que não puder mais pensar e nada fazer... é uma pena a tragédia humana do não pensar!

Resolver as questões em torno do 'Aquecimento ou congelamento Global' passa pelos bolsos dos grandes capitalistas. Esta é uma decisão crucial para a Humanidade: diminuir a quantidade de dólares e euros nas contas bancárias dos grandes ricos ou o contrário disto, assistir a maior parte da Humanidade ser ceifada pelo egocentrismo e ganância de uns poucos...


Grandes produtores rurais do Brasil em defesa de seus interesses capitalistas se posicionam contra a HUMANIDADE e ameaçam colaborar ainda mais para a destruição do Planeta.

Os cientistas mais otimistas afirmam que as próximas décadas serão decisivas para que o Homem se posicione e mude o curso de sua História. Caso contrário, a vida humana estará irremediavelmente comprometida no Planeta.

Independentemente da Teoria, se aquecimento ou congelamento, o fato é que o Homem consumista do Sistema Capitalista é uma ameaça a si próprio e em benefício direto a poucos Homens localizados em Classes Sociais que exploram o trabalho e o mercado para ampliarem seus capitais através do lucro.

No Brasil os grandes ruralistas, que produzem para exportar e aumentar as quantias em Euros e Dólares em suas contas bancárias querem dar um "jeitinho" de não serem punidos pelo MAL já feito e muito menos serem impedidos de continuarem desmatando impunemente e por consequência continuarem agredindo o meio ambiente. Tudo em nome da produtividade.

Ou você tem dúvidas?

Você acha que eles, os grandes ruralistas aceitarão abrir mão de ganhar EUROS e DÓLARES para proteger a vida humana no Planeta? Eles estão pouco se lixando para o futuro e muito menos para todos nós. Eles só querem garantir o seu lucro de hoje.

Quando faltar água potável daqui há algum tempo, em qual torneira você acha que vai faltar água primeiro?

Quando faltar alimentos, em qual prato você acha que vai faltar primeiro?

Quando faltar oxigênio, em qual organismo humano você acha que vai faltar primeiro?




LEIA TAMBÉM: 
Reflexos do aquecimento global 
para a economia brasileira

Especialistas explicam como as mudanças climáticas podem trazer prejuízos na agricultura, pecuária, geração de energia e, consequentemente, ao Produto Interno Bruto.

Reduzir a emissão de poluentes na atmosfera, diminuir os impactos à biodiversidade e ao clima e intensificar ações de preservação ambiental para garantir que a economia brasileira prospere nas próximas décadas. Esse é o caminho apontado por pesquisadores da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza. Sem essa preocupação estratégica, tudo indica que haverá impacto da produção agropecuária e industrial, com produtos ainda mais caros para a população. É possível, contudo, adotar medidas para que as consequências do aquecimento global não prejudiquem o setor econômico do país.

O climatologista Carlos Nobre, doutor pelo Massachusetts Institute of Technology e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, alerta que caso o Acordo de Paris, que visa frear as emissões de gases de efeito estufa no contexto do desenvolvimento sustentável, não seja cumprido, o Brasil deixaria em pouco tempo de ser a potência agrícola que é hoje. 

“Se a temperatura subir entre 3°C e 4°C, o Brasil não terá mais condições de manter uma expressiva produção agrícola. Talvez apenas a Região Sul tenha alguma condição. A pecuária também vai cair muito”, afirma Nobre. O Brasil sofreria, portanto, impactos significativos na produção de alimentos e, por consequência, nas exportações. 

O secretário-executivo do Observatório do Clima e membro da Rede de Especialistas, Carlos Rittl, ressalta que pode ocorrer uma mudança na geografia agrícola do país pela perda de aptidão de solos agrícolas a determinadas culturas devido às mudanças nos padrões de temperatura e pluviosidade a geográfica agrícola brasileira. “Algumas regiões terão perda de aptidão para diferentes culturas, gerando até a inviabilidade de produção. Há casos de produtores de café em Minas Gerais que já estão migrando para outros cultivos”, relata. 

Com a agricultura e a pecuária sofrendo os impactos decorrentes do aquecimento global, o PIB brasileiro também será afetado. O agronegócio representa cerca de 23% do PIB nacional. Seria, portanto, um círculo vicioso que afetará toda a sociedade. Como consequência da escassez de produção agrícola, os preços das mercadorias em supermercados e feiras deverão se tornar mais caros para o consumidor final e perda de competitividade nos mercados internacionais. 

A alteração climática gerará ainda outros impactos. Um deles é que terá maior tendência em aumentar o fluxo migratório de pessoas que deixarão o interior para morar em capitais. Afinal, com a produção agrícola em queda, as pessoas buscarão outras fontes de renda. “Este êxodo rural tem uma série de implicações, inclusive para a capacidade das cidades de oferecer serviços públicos adequados para aqueles que fogem das regiões cujo clima se tornou impróprio para a subsistência das famílias”, ressalta Rittl. 

Ainda conforme Rittl, a possibilidade de escassez de água é outro efeito que merece atenção. “Além de afetar diretamente a população, a falta de água impacta setores econômicos importantes, como a produção de alimentos e a geração de energia. A agricultura brasileira consome cerca de 2/3 da água produzida no país. E as hidrelétricas dependem das chuvas que abastecem os rios que movem as turbinas. Em determinados cenários, há rios da Amazônia, onde se planeja a construção de grandes hidrelétricas que podem perder 30% ou mais da vazão pela perda de chuvas em suas bacias. Isto torna os empreendimentos inviáveis”, ressalta. Para compensar os baixos reservatórios, usinas termoelétricas serão mais acionadas, gerando mais poluentes e mais caras para operar. “Hoje, quando os reservatórios das hidrelétricas, estão em baixa, são acionadas termelétricas que emitem gases de efeito estufa, agravando o problema do aquecimento global, e que têm um custo elevado para as famílias e para a economia” completa o especialista. 

Saúde 
A saúde é outra área que terá impacto decorrente da mudança climática e ambiental. Quanto mais emissão de poluentes, mais pessoas ficarão doentes, especialmente crianças e idosos. “Temperaturas muito elevadas podem gerar graves problemas de saúde para a população, em especial os mais idosos e bebês, em especial doenças cardiorrespiratórias. Mas as doenças transmitidas por mosquitos, como zika, dengue, Chikungunya, febre amarela e malária, entre outras, podem ter sua área de ocorrência ampliada e levar a muito mais casos. Além disso, a falta ou o excesso de chuvas leva ao consumo de água impropria ou contaminada pela população, o que aumenta os riscos de outras doenças. Além do impacto para a saúde do ser humano, os custos para a saúde pública também irão aumentar”, afirma Rittl. 

Adaptação 
A mudança climática já é uma realidade. Para isso, é necessário que haja um processo de adaptação. Uma das estratégias, como explana Nobre, é a restauração florestal. “As árvores são essenciais para retirar o excesso de gás carbônico que produz o aquecimento global pelo efeito estufa da atmosfera”, afirma. Além disso, estudos recentes confirmam que a restauração florestal em bacias hidrográficas é uma estratégia para garantir a segurança hídrica e reduzir os custos com o tratamento da água. Nesse caminho, é fundamental o Brasil cessar o processo de desmatamento. 

Outro ponto que Nobre ressalta é a necessidade de uma redução na emissão de poluentes na atmosfera. Para tanto, a matriz energética e o transporte devem ser revistos. “Para o transporte a saída é utilizar carros, caminhões e ônibus movidos à eletricidade. O Brasil está atrasado neste sentido. Mas isso irá acontecer no país”, afirma. Atualmente, a maioria dos meios de transporte no Brasil usa gasolina ou diesel, que emitem gás carbônico e vários poluentes que impactam a saúde. 

Ele também acredita ser fundamental apostar em fontes de energia renováveis, como a solar e a eólica. “O Brasil tem potencial para isso. As usinas hidrelétricas existentes funcionariam como uma espécie de enorme bateria que seria acionada quando necessário. É preciso apostar nisso até chegar a condição que todas as pessoas tenham uma pequena usina em casa, gerando sua própria energia elétrica”, aponta Nobre. Isso já é realidade para cerca de 40 mil brasileiros, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Publicado originalmente em: https://www.jb.com.br/

filoparanavai 2020

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Coronavírus: a cronologia do caos e a ciência na busca por uma saída








Assista o oportuno e esclarecedor documentário produzido pela TV DW Brasil que recebe o título: Coronavírus: a cronologia do caos e a ciência na busca por uma saída. 

NO SITE DO 'OPERA MUNDI' EM TEMPO REAL: Acompanhe os impactos no mundo e no Brasil, as principais decisões de governo, dicas para se prevenir: acompanhe a cobertura sobre a pandemia de covid-19 no planeta 
Dê clique aqui





O que é o coronavírus? Como se dá a transmissão? Qual o tratamento? Como prevenir o contágio? Em tempos de fake news, o portal Fiocruz mantém uma página com informações confiáveis e sempre atualizadas sobre o assunto. Acesse https://portal.fiocruz.br/coronavirus e siga orientado na guerra de informações que circulam na web.


Filoparanavai 2020

TEMAS CONTEMPORÂNEOS PARA DEBATES E REDAÇÕES: SAÚDE PÚBLICA

 




                        

ELENCO DE ASSUNTOS/TEMAS
FORTES PARA DEBATES E REDAÇÕES

Muitos podem ser os assuntos e temas propostos para serem dissertados em uma redação argumentativa: Meio Ambiente, Ecossistema, Desmatamento; Água e sustentabilidade; Energia; Manifestações populares; Relações trabalhistas no Brasil; Supervalorização do corpo; Previdência, Violência Urbana, Violência de Gênero, Educação e Inclusão, Diversão e responsabilidade na juventude; Identidade do povo brasileiro; Participação social e trabalho voluntário; Opinião e Ciência, Mais Médicos;  Fake News nas Redes Sociais, Neoliberalismo, Energia Nuclear; Violação da privacidade; Direitos humanos no Brasil; Petróleo...


ESCLARECIMENTO

A redação é uma grande oportunidade para exercitarmos nossas diferentes opiniões diante de diferentes temas. Mas é importante observar que mais importante do que nossas opiniões, são os argumentos que construímos para defendê-las.

Ainda há pessoas que acham ser um debate de opiniões, uma arena de brigas para impor opinião sobre as outras. Saibamos que a opinião é subjetiva, é da pessoa. Respeitar uma opinião resume no dar o direito para a pessoa expressá-la. Ninguém está obrigado a aceitar a opinião do outro, até porque cada qual tem a sua. 

O que podemos discutir são os argumentos, vez que discutir diferentes opiniões é sinal de burrice. Os argumentos sim, quanto melhores forem construídos com fundamentos científicos e filosóficos, mais fortes e resistentes serão. 

Nos diálogos de Platão, podemos encontrar facilmente esse ensinamento de Sócrates, que aqui exponho com minha palavras, principalmente no Teeteto, fica evidente que Sócrates ao sair pelas ruas não perdia tempo fazendo embates filosóficos com quem ele entendia não estar preparado para o diálogo filosófico. Aliás, muitos fugiam diante dos primeiros argumentos apresentado por Sócrates. É típico isso ocorrer hoje com qualquer um de nós. Quem já não passou por essa situação?

Portanto, temos que nos capacitar para o exercício da produção de ARGUMENTAÇÕES, caracterizadas por conhecimentos marcados pela objetividade epistemológica, que sustentem suas opiniões diante dos problemas em questão. É por meio das argumentações construídas metodicamente que podemos desenvolver nosso poder de criticidade.

O debate deve estar interligado aos hábitos da pesquisa; da expressão oral de nossas opiniões; da capacidade de conviver com as diferentes opiniões; do exercício da argumentação, e por fim: da criticidade diante dos "conhecimentos" prontos, acabados e reproduzidos ideologicamente na sociedade. Visa, portanto, a superação do senso comum disseminado pelas mídias oficiais reprodutoras da ideologia das classes dominantes. Visa levar a pessoa a pensar por si mesmo. Sendo capaz de produzir textos com argumentos críticos.


DICAS DE SITES
PARA DESENVOLVIMENTO DE PESQUISA



ATENÇÃO, LEITURAS OBRIGATÓRIAS:  



1. Constituição da República Federativa do Brasil - 1988  [FORMATO PDF]

2. Declaração Universal dos Direitos Humanos - 1948 [FORMATO HTML]


3. RELATÓRIO 2019 SOBRE DIREITOS HUMANOS DA ANISTIA INTERNACIONAL [https://anistia.org.br/]




 TEMA
SAÚDE PÚBLICA

                   
Sugestões de links de textos e vídeos

O Sistema Único de Saúde (SUS) tem mais de duas décadas exibindo um paradoxo. O Brasil é o único país do mundo que tem uma rede de saúde gratuita e aberta a toda a população e, ao mesmo tempo, vê o mercado (convênios e consultas particulares) gastar mais dinheiro do que o Estado. O motivo da contradição, dizem especialistas, é a falta de recursos públicos para fazer com que o SUS se realize plenamente, tal qual previsto na Constituição, o que exigiria pelo menos dobrar seu caixa. As despesas com saúde no Brasil são de 8,4% do chamado produto interno bruto (PIB), a soma das riquezas produzidas pelo país durante um ano. Deste ponto de vista, o investimento está em linha com a média global, de 8,5% anuais, segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS). A distinção está em quem puxa os gastos. No Brasil, 55% são privados (e beneficiam cerca de 46 milhões de conveniados) e 45%, públicos - favorecem todos os 190 milhões de brasileiros. A fatia estatal representa 3,7% do PIB, um terço mais baixo do que a média internacional, de 5,5% do PIB, de acordo com a OMS. No resto do mundo, o gasto público equivale a 60% do total investido em saúde. • “O SUS é o melhor projeto de saúde do mundo, só falta ser implantado”, diz Sinmed do Rio [http://memoria.ebc.com.br/]



Classe média elogia hospitais do SUS, mas critica superlotação. Pesquisa revela que os serviços do SUS são mais bem avaliados por quem costuma utilizá-los do que por quem nunca usou. Entre os anseios de uma classe média crescente, ter na carteira um cartão de plano de saúde é tão importante quanto a chave de um carro. Medicina pública, diz o senso comum, é para quem não tem dinheiro. Por trás dos estereótipos, no entanto, milhares de usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) experimentam os problemas e os benefícios da maior rede de assistência gratuita do mundo. Inclusive os pacientes que têm como bancar a saúde privada. E é dessa classe média, avaliam os especialistas, que a rede precisa de mais atenção. A nutricionista Patrícia Martins, 34 anos, é uma defensora do SUS. Durante toda a vida, apesar de ter um plano privado, ela fez os acompanhamentos de rotina em postos de saúde. O fato de ela, moradora de Águas Claras e professora universitária, frequentar ambulatórios públicos chegou a ser questionado por um médico que a atendeu. “Ele me perguntou o que eu estava fazendo ali e se eu não tinha plano. As pessoas acham um absurdo. Se a gente não usa, como pode reivindicar melhorias?”, questiona.[LEIA MAIS AQUI: http://www.correiobraziliense.com.br/]

O sistema de saúde brasileiro: história, avanços e desafios [http://download.thelancet.com/]

A discussão sobre a política de saúde nos governos Temer e Bolsonaro objetiva apontar os novos contornos da contrarreforma que tem sido implementada no Brasil, em ritmo acelerado. Procura-se identificar as repercussões das medidas propostas na disputa entre os projetos de saúde (reforma sanitária, reforma sanitária flexibilizada, projeto privatista), incluindo o projeto que vem sendo formulado, a partir do governo ilegítimo de Temer, do Sistema Único de Saúde (SUS), completamente subordinado ao mercado. Partimos da compreensão de que o SUS é fruto das disputas entre projetos antagônicos existentes na sociedade brasileira desde antes da redemocratização e da Constituição de 1988. Disputas que podem tencionar a política de saúde no sentido da consolidação e fortalecimento do SUS ou na direção oposta. Importa compreender como as propostas e disputas que se apresentam no atual governo e no seu antecessor tem fortalecido o projeto privatista e, principalmente, o que caracterizamos como o projeto do SUS submetido totalmente ao mercado. LEIA MAIS AQUI: https://periodicos.unb.br/

 
Saúde no Brasil evolui, mas ainda precisa melhorar qualidade, diz IBGE. Afirma que o setor apresentou “relevantes evoluções” nos últimos anos, “com crescente (mesmo se ainda insuficiente) investimento público”.[ LEIA MAIS AQUI: http://g1.globo.com/] 
 
 









filoparanavai 2020