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FILOPARANAVAÍ

domingo, 19 de maio de 2024

RIO GRANDE DO SUL É VÍTIMA DA IGNORÂNCIA POLÍTICA

 
O problema do Rio Grande do Sul não é apenas um problema do super-aquecimento, irresponsável do Planeta, que é vítima da ganância e desprezo dos capitalistas que consomem de forma irracional as riquezas da Natureza. 

A ignorância política de uma grande parte do povo tem um preço muito alto a ser pago e no caso do Rio Grande do Sul a conta chegou. 

A ideologia de Direita e Conservadora que predomina no Rio Grande do Sul devastou o Estado. Os mais vulneráveis pagam o preço!  Foram várias eleições elegendo o que há de pior na política. 


Não é catástrofe, é crime "A catástrofe poderia ter sido evitada; foi consequência das escolhas ruinosas do governo Melo", escreve o colunista Jeferson Miola - LEIA MAIS AQUI

“A situação de Porto Alegre é um atestado de incompetência das autoridades”, diz Juremir Machado. 

Enchentes no Rio Grande do Sul expõem falhas na gestão pública de Porto Alegre, alerta radialista. Em entrevista ao programa Boa Noite 247, o escritor, tradutor, jornalista, radialista e professor universitário Juremir Machado da Silva criticou severamente a gestão municipal e estadual em relação às recentes enchentes que assolaram Porto Alegre e outras regiões do Rio Grande do Sul.

"O prefeito de Porto Alegre e o governador não fizeram o dever de casa", declarou Machado, apontando a falta de preparo e a negligência das autoridades diante da tragédia. 

"Os bairros estão alagados de merda, o esgoto voltou", afirmou, descrevendo a gravidade da situação. Segundo o entrevistado, a atual condição da capital gaúcha não é fruto de uma fatalidade, mas sim resultado de anos de descaso e falta de investimento. 

"Faltou cuidado, faltou zelo", destacou. Ele também criticou a política de venda de patrimônio público, afirmando que "só se pensava em vender a cidade", o que levou ao desleixo e ao sucateamento de infraestruturas essenciais. Machado ressaltou a importância do reconhecimento da gravidade da situação, mencionando inclusive a postura da mídia local. "Até a RBS se rendeu aos fatos", comentou. 

Sobre o impacto político das enchentes, o entrevistado previu dificuldades para o prefeito Sebastião Melo em uma eventual tentativa de reeleição. 

"A inundação será o grande tema da campanha eleitoral", afirmou, sugerindo que a gestão municipal terá que lidar com as consequências das enchentes diante do eleitorado.

EU PARTICULARMENTE ESPERO QUE O POVO GAÚCHO TIRE UMA BOA LIÇÃO POLÍTICA E ESCOLHA POLÍTICOS PROGRESSISTAS COMPROMETIDOS COM AS CAUSAS DO POVO E DO MEIO AMBIENTE!


sábado, 18 de maio de 2024

NÃO É POR FALTA DE AVISOS CIENTÍFICOS: Chefe do clima da ONU diz que humanidade tem 2 anos para salvar o planeta

 


MEIO AMBIENTE - "Temos uma chance de fazer com que as emissões de gases do efeito estufa caiam, com uma nova geração de planos climáticos nacionais", disse Simon Stiell. 

Governos, líderes empresariais e bancos de desenvolvimento têm apenas dois anos para tomar medidas a fim de evitar uma mudança climática muito pior, disse o chefe do clima da Organização das Nações Unidas (ONU), em um de seus discursos alertando que o aquecimento global está perdendo espaço na agenda dos políticos. 

Os cientistas afirmam que reduzir pela metade as emissões de gases do efeito estufa até 2030 é crucial para impedir um aumento de mais de 1,5ºC nas temperaturas globais em relação aos níveis pré-industriais, o que desencadearia um clima mais extremo.

No entanto, no ano passado (2023), as emissões mundiais de CO2 relacionadas à energia aumentaram para um nível recorde. 

Os compromissos atuais de combate às mudanças climáticas praticamente não reduziriam as emissões globais até 2030. 

Simon Stiell, secretário-executivo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, disse que os próximos dois anos são "essenciais para salvar nosso planeta".

"Ainda temos uma chance de fazer com que as emissões de gases do efeito estufa caiam, com uma nova geração de planos climáticos nacionais. Mas precisamos desses planos mais fortes, agora", disse.

Falando em um evento no think-tank Chatham House, em Londres, Stiell disse que os países do G20 - responsáveis por 80% das emissões globais - precisam urgentemente dar um passo à frente.

A principal tarefa das negociações climáticas da ONU deste ano em Baku, no Azerbaijão, é que os países cheguem a um acordo sobre uma nova meta de financiamento climático para apoiar os países em desenvolvimento que tentam investir no abandono dos combustíveis fósseis e no combate às alterações climáticas. 

As cúpulas da ONU sobre o clima aumentaram de tamanho nos últimos anos, com milhares de lobistas e representantes empresariais presentes junto das delegações governamentais diretamente envolvidas nas negociações. Quase 84 mil pessoas participaram da COP28 do ano passado em Dubai, atraindo críticas de ativistas depois que mais de 2 mil lobistas do setor dos combustíveis fósseis registraram para participar. 

Stiell disse que gostaria de ver as futuras reuniões da COP reduzidas em tamanho, ao mesmo tempo em que priorizassem resultados fortes. Ele disse que estava conversando com o Azerbaijão e o Brasil - anfitrião das próximas duas cúpulas climáticas da ONU - sobre isso.

Fonte: BRASIL 247

sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

OS BENEFÍCIOS QUE O PEDALAR PROPORCIONA

 


Fazer ciclismo de longa distância é uma possibilidade ao alcance da maioria das pessoas. Basta ter uma bicicleta com manutenção regular e muita disposição para montar nela e pedalar. Claro, o `longa distância' já está a nos dizer que para começar a pedal precisamos nos atentar a algumas coisas, como itens de segurança: Capacete, sinaliadores noturnos (caso pedale durante a noite), bandana (caso pedale durante o dia, mesmo em dias nublados), água - o suficiente para suprir a perda, protetor solar, roupas adequadas - recomendo camisa com proteção UV de manga longa, alimentos, enfim... Disso tudo falaremos em outro momento. Mas hoje quero deixar o recado de que pedalar nos proporciona benefícios inumeráveis para nossa saúde física e também para nossa saúde mental. Nesse ano vou partilhar minha experiência sobre duas rodas. Espero que de alguma forma você sinta-se animado ou animada a também dar início, se ainda não começou,  a essa gratificante aventura do ciclismo de longa distância adaptada a ciclistas amadores como eu.







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