ACESSE O ARQUIVO DO BLOG
FILOPARANAVAÍ

sexta-feira, 3 de abril de 2020

TEMAS CONTEMPORÂNEOS PARA DEBATES E REDAÇÕES: A PENA DE MORTE NO MUNDO

 




                        

ELENCO DE ASSUNTOS/TEMAS
FORTES PARA DEBATES E REDAÇÕES

Muitos podem ser os assuntos e temas propostos para serem dissertados em uma redação argumentativa: Meio Ambiente, Ecossistema, Desmatamento; Água e sustentabilidade; Energia; Manifestações populares; Relações trabalhistas no Brasil; Supervalorização do corpo; Previdência, Violência Urbana, Violência de Gênero, Educação e Inclusão, Diversão e responsabilidade na juventude; Identidade do povo brasileiro; Participação social e trabalho voluntário; Opinião e Ciência, Mais Médicos;  Fake News nas Redes Sociais, Neoliberalismo, Energia Nuclear; Violação da privacidade; Direitos humanos no Brasil; Petróleo...


ESCLARECIMENTO

A redação é uma grande oportunidade para exercitarmos nossas diferentes opiniões diante de diferentes temas. Mas é importante observar que mais importante do que nossas opiniões, são os argumentos que construímos para defendê-las.

Ainda há pessoas que acham ser um debate de opiniões, uma arena de brigas para impor opinião sobre as outras. Saibamos que a opinião é subjetiva, é da pessoa. Respeitar uma opinião resume no dar o direito para a pessoa expressá-la. Ninguém está obrigado a aceitar a opinião do outro, até porque cada qual tem a sua. 

O que podemos discutir são os argumentos, vez que discutir diferentes opiniões é sinal de burrice. Os argumentos sim, quanto melhores forem construídos com fundamentos científicos e filosóficos, mais fortes e resistentes serão. 

Nos diálogos de Platão, podemos encontrar facilmente esse ensinamento de Sócrates, que aqui exponho com minha palavras, principalmente no Teeteto, fica evidente que Sócrates ao sair pelas ruas não perdia tempo fazendo embates filosóficos com quem ele entendia não estar preparado para o diálogo filosófico. Aliás, muitos fugiam diante dos primeiros argumentos apresentado por Sócrates. É típico isso ocorrer hoje com qualquer um de nós. Quem já não passou por essa situação?

Portanto, temos que nos capacitar para o exercício da produção de ARGUMENTAÇÕES, caracterizadas por conhecimentos marcados pela objetividade epistemológica, que sustentem suas opiniões diante dos problemas em questão. É por meio das argumentações construídas metodicamente que podemos desenvolver nosso poder de criticidade.

O debate deve estar interligado aos hábitos da pesquisa; da expressão oral de nossas opiniões; da capacidade de conviver com as diferentes opiniões; do exercício da argumentação, e por fim: da criticidade diante dos "conhecimentos" prontos, acabados e reproduzidos ideologicamente na sociedade. Visa, portanto, a superação do senso comum disseminado pelas mídias oficiais reprodutoras da ideologia das classes dominantes. Visa levar a pessoa a pensar por si mesmo. Sendo capaz de produzir textos com argumentos críticos.


DICAS DE SITES
PARA DESENVOLVIMENTO DE PESQUISA



ATENÇÃO, LEITURAS OBRIGATÓRIAS:  



1. Constituição da República Federativa do Brasil - 1988  [FORMATO PDF]

2. Declaração Universal dos Direitos Humanos - 1948 [FORMATO HTML]


3. RELATÓRIO 2019 SOBRE DIREITOS HUMANOS DA ANISTIA INTERNACIONAL [https://anistia.org.br/]




 TEMA
PENA DE MORTE

Sugestões links para leituras e de links para vídeos sobre o tema: 
PENA DE MORTE: 10 tipos de penas de mortes [http://noticias.terra.com.br/] 

PESQUISA GERAL NO SITE DA ONU/BR: Assunto = Pena de Morte  [http://www.onu.org.br/] 


VÍDEOS SOBRE O TEMA 





 



Quem disse que não existe pena de morte no Brasil? Conheça as exceções em que ela pode ser aplicada [http://noticias.r7.com/] 

Mitos e fatos sobre a pena de morte - MITO: A pena de morte previne o crime violento e torna a sociedade mais segura...[http://www.amnistia-internacional.pt/] 







Filoparanavai 2020

quinta-feira, 2 de abril de 2020

CRÍTICA POLÍTICA EM IMAGENS - Um presidente para não ser chamado de seu

Não vemos as coisas como elas são, 
mas como nós somos. 
Anaïs Nin, livre interpretação do Talmude.

Qual é a tarefa mais difícil do mundo? Pensar. 
Ralph Waldo Emerson


OBSERVE AS MANCHETES e interprete as imagens - além do Novo Coronavírus o Brasil enfrenta um 'Bolsonavírus' mais letal do que qualquer outro vírus existente. Um vírus forjado nas urnas, em Outubro de 2018, pelo voto no 17  do PSL (Partido de aluguel com o qual Bolsonaro inquilino, que já passou por 9 partidos, rompeu contrato e está sem partido, no momento, a espera da formação de seu sinistro partido que tem raízes nos representantes da extrema-direita brasileira. O ato de rompimento foi, na verdade, uma fuga devido às denúncias que expunham atos de corrupções de sua campanha em 2018) pelos dedos de 57.796.972 de pessoas/votos –55,13% do total de válidos, selou-se o destino catastrófico por quatro anos de uma nação que até então, sob a liderança do Partido dos Trabalhadores, destacava-se no mundo como uma das mais invejáveis. 

Essa parcela do povo brasileiro votou em seu pior inimigo, orientada por uma fábrica de mentiras instalada no submundo das redes sociais e pela disseminação de um ódio centralizado no PT, o inimigo número 1 do neofascismo brasileiro! Desde que assumiu o governo em Janeiro de 2019, Bolsonaro tem produzido quase que diariamente um 'caos político'. 

É planejado se considerarmos o contexto dos objetivos de seu governo. Bolsonaro, faz o papel de 'bozo' para distrair a mídia em relação aos crimes da família envolvida com milicianos criminosos do Rio de Janeiro, desvios de verbas públicas, acúmulo injustificado de bens imóveis. 

Outro objetivo das 'palhaçadas' visa distrair a população, especialmente os trabalhadores, para a retirada de seus direitos. Direito à aposentadoria digna, direito a salário justo, contrato de trabalho digno e segurança no trabalho, são alguns dos muitos que Bolsonaro apoiou como deputado federal e que tem retirado como presidente.

Ele continua administrando com dinheiro público uma fábrica de factoides contra inimigos imaginários com grandes prejuízos à unidade da nação e à economia do país, em geral. Há quem já tenha interpretado seu comportamento como patológico, outros, como criminoso. 

Enquanto Bolsonaro cria factoides para divertir seus seguidores, Paulo Guedes e a mídia corporativa avançam com a rápida implementação de uma agenda neoliberal contra os trabalhadores típica de um governo plutocrata (voltado para os ricos) e por uma cleptocracia protegida por 'camaradas do neofascismo' (é um termo de origem grega, que significa, literalmente, “governo de ladrões”, cujo objetivo é o de roubar o capital financeiro de um país e do seu bem comum). 

Com a crise provocada pela pandemia do Novo Coronavírus, o governo neofascista de Bolsonaro ficou nu. 

Está explícito para todos aqueles que ainda preservam o mínimo de racionalidade que os estragos implementados por Temer, desde o golpe em 2016 e por Bolsonaro, em mais de um ano, são amplos e serão de difícil conserto a curto prazo, custando milhões de vidas. 

O governo neofascista gerenciado por Paulo Guedes, vez que Jair Bolsonaro não entende nada de economia mas comunga de uma economia sem a participação dos pobres, sucateou os serviços públicos, dentre os quais um dos mais estratégicos em uma sociedade desigual como a nossa ( País figura entre os dez piores do mundo. Problema tem raízes históricas que remontam à escravidão), o da saúde pública.  

Para complementar a falta de investimentos no setor público, esvaziando o Estado de suas responsabilidades para cultivar o capital financeiro, rentista, Bolsonaro dá shows de horrores todos os dias em pseudo defesa da economia, mesmo que ao custo de milhares de vidas, em um discurso tosco e vazio de Ciência, contra o isolamento social, recurso esse orientado pela OMS para barrar a rápida disseminação do vírus que destrói vidas e economias, aqui e lá fora. 

Isso nos faz lembrar a frase clássica de Simón Bolívar:  "Um povo ignorante é um instrumento cego da sua própria destruição...".




Mídia estrangeira aponta isolamento de Bolsonaro - Na contramão de líderes mundiais e do próprio ministro da Saúde, Bolsonaro chama atenção da imprensa internacional. “Ele é um perigo para o povo brasileiro”, diz o inglês The Guardian. “A resposta de Bolsonaro à pandemia fez dele uma aberração”, destaca o NYTimes. Financial Times o chama de “crise ambulante”

Engolimos de uma vez a mentira 
que nos adula e bebemos gota a gota 
a verdade que nos amarga. 
Denis Diderot

Políticos e fraldas devem ser trocados 
de tempos em tempos 
pelo mesmo motivo. 
Eça de Queiróz

A mentira é o único privilégio 
do homem sobre todos os outros animais. 
Fiódor Dostoiévski

Em tempos de embustes universais, 
dizer a verdade 
torna um ato revolucionário. 
George Orwell 

Não há mentira pior do que 
uma verdade mal compreendida 
por aqueles que a ouvem. 
Henry James 

Quando uma pessoa sofre um delírio, 
se chama loucura. 
Quando muitas pessoas sofrem um delírio, 
isso se chama religião. 
Robert M. Pirsig
A política talvez seja a única profissão 
para a qual não se julga necessária 
uma preparação. 
Robert Louis Stevenson
Não há nenhum pensamento importante 
que a burrice não saiba usar, 
ela é móvel para todos os lados e 
pode vestir todos os trajes da verdade. 
Robert Musil 
Nada inspira mais coragem ao medroso 
do que o medo alheio. 
Umberto Eco 
A vida é uma história 
contada por um idiota, 
cheia de som e de fúria, 
sem sentido algum. 
William Shakespeare 
Como é que podem acreditar em alguém 
que nunca teve apreço pela vida alheia?
Por que ele teria nesse momento da pandemia do N. Coronavírus? 
Bolsonaro continua contumaz e coerente 
com suas apologias à violência e à morte, 
pregadas ao longo de seus 30 anos 
de vida política. 
Lucio Lopes 
Bolsonaro é percebido como 
um ser asqueroso, repugnante, 
no Brasil e lá fora. 
Quem possuí o mínimo de racionalidade e humanismo jamais identifica-se 
com esse monstro produzido 
pela história política brasileira. 
Um ser que defende a tortura 
só merece o lixo da história como destino. 
 Lucio Lopes 
Precisamos vencer a fome, 
a miséria e a exclusão social. 
Nossa guerra não é para matar ninguém 
- é para salvar vidas. 
 Luiz Inácio Lula da Silva 
Mais do que nunca, 
sou um homem de uma causa só. 
E esta causa se chama Brasil. 
 Luiz Inácio Lula da Silva




Duas coisas são infinitas: 
o universo e a estupidez humana. 
Mas, em relação ao universo, 
ainda não tenho certeza absoluta.
Albert Einstein 


Jair bolsonaro, não esconde sua subserviência ao império Norte-Americano. Tudo indica que os EUA estão por trás da eleição do neofascista daqui. A prisão de Lula, a facada que ninguém viu e uma fábrica de notícias falsas, que continua em operação ainda hoje; foram fatores decisivos para a eleição de um presidente que governa para os EUA e despreza o povo brasileiro, relegando-o à própria sorte. 






Filoparanavai 2020

NA GUERRA CONTRA O NOVO CORONAVÍRUS o uso de máscaras deve ser considerado por todos e todas


Uma coisa é faltar máscaras para profissionais de saúde e para doentes — essa é uma duríssima realidade em muitos países, inclusive o Brasil. E, entendo, a falta de um recurso essencial na arena de luta contra o coronavírus até justificaria todo um movimento para desincentivar as pessoas a estocarem o acessório como quem esvazia latarias nas gôndolas dos supermercados em puro desespero ou, vá lá, egoísmo. Outra coisa muito diferente, porém, é pensar que máscaras não têm serventia para quem não apresenta sintomas. Aviso: se qualquer criatura buscar um único trabalho com aval da ciência afirmando o disparate não o encontrará. Simplesmente não existe. 

E mais: parece que não dá mesmo para sair por aí de boca e nariz descobertos. Esse pode ser um terrível equívoco, como afirmam diversos artigos assinados por pesquisadores sérios, um deles publicado há três dias na revista americana Science, em que médicos chineses na linha de frente do combate à covid 19 apontam em coro que a população em geral deixar de usar máscaras seria um dos maiores equívocos pelo mundo afora — por outro lado, dizem mais especialistas, usá-la amplamente talvez seja um dos grandes acertos do povo sul-coreano para segurar a transmissão da infecção em seu país. 

Lá na Coreia do Sul, por questões culturais, se uma pessoa dá um único espirro ou tosse, imediatamente passa a vestir máscara até para andar com o cachorro. Em tempos de coronavírus, claro que o costume se expandiu para todos os cidadãos que, por um motivo ou outro, precisaram circular por ruas e outros espaços. 

Atenção, repito: não existe a menor evidência científica de que não vale a pena sair de máscara em uma pandemia na qual 78% das pessoas que passam a infecção adiante se sentem bem, obrigada, mas espalhando o coronavírus quando abrem a boca até para dizer exatamente isso: “estou bem, obrigada”. 

Só pela fala, o agente causador da confusão pode flutuar no ar em partículas ainda menores do que aquelas que ejetamos quando espirramos ou tossimos — que, no início dessa pandemia, eram o foco principal das preocupações dos médicos. “Estas partículas maiores, que de fato são repletas de vírus, voam por menos tempo se comparadas às menores, que flutuam por até três horas e vão se espalhando e espalhando pelo ambiente, feito uma nuvem”, descreve o patologista Paulo Saldiva, professor da Universidade de São Paulo (USP). São detalhes, às vezes um tanto sinistros, que a ciência passa a conhecer mais profundamente agora, no que diz respeito ao novo coronavírus. 

As gotículas maiores que soltamos pela boca e pelo nariz têm de 1 a 1,5 micron — micron equivale a 1 milionésimo de metro. Quando tossimos, nós as ejetamos a uma velocidade incrível de 10 metros por segundo. Não dá tempo para qualquer um sair da frente. Mas a maioria despenca no chão — ou cima do móvel, na parede, na roupa e na pele de quem estiver por perto — a 2 metros de distância. Isto é, sem aquele gesto básico de proteger a boca com o cotovelo para impedir esse jato ou parte dele. 

No espirro, as gotículas grandalhonas — o que, sei, soa a contradição em termos — geralmente têm uma velocidade ainda mais impressionante de 50 metros por segundo. Mas nunca chegam nem perto disso. A maioria cai — de novo, no chão ou no que estiver por perto. Faz uma curva apontando para o solo a 1,5 metro de distância. Tosses e espirros, portanto, reforçam a recomendação de, se por acaso cruzar com alguém, manter literalmente boa distância física. Seria 1 metro, no mínimo. Ou 2 metros, o ideal. 

Agora, o problema é : existem também os malditos aerossóis menores do que 1 micron. Eles se espalham por 6, 8 metros até, na tosse ou no espirro — sem a barreira de uma máscara, haja então o raio do distanciamento social! Saem também pela boca quando falamos, só que em quantidade menor, claro. Menor ainda se falamos baixo e… bem maior, se por acaso gritamos. Popular, cuspir raiva. Pior, como já foi explicado, não aterrissam depressa. Passeiam pelo ar. Em uma avenida, ao menos, um vento pode espalhar esses balões microscópicos com seus passageiros desagradáveis, dispersando-os e aliviando o risco. No entanto, no supermercado e em outros locais fechados, a história é outra… Por ali.No ar que respiramos. Por três horas. 

Busquei também a opinião do biólogo molecular Luiz Gustavo Bentim Góes, do Instituto de Ciências Biomédicas da mesma USP, considerado um dos maiores estudiosos de coronavírus do país. “Se não fosse a ameaça de faltarem máscaras em situações críticas, eu diria que, sim, na situação atual todos deveriam usá-las sempre, até mesmo aquelas pessoas sem o menor sintoma. Isso certamente teria um impacto importante na transmissão”, opina. 

A realidade é que qualquer barreira física ajuda a conter a covid-19 — umas mais e outras menos. Mas, para quem está sedento, ouvi, melhor um gole de água se não dá para beber o copo inteiro. Será então que o “copo inteiro” seria a famosa máscara padrão N95, que em tese não deixa passar quase nada? “Estas, para começo de conversa, serão artigos tão ou mais disputados do que ventiladores em hospitais daqui a muito pouco tempo”, afirma o professor Saldiva. E tem mais: entregar nas minhas mãos ou nas suas uma máscara profissional assim é como pedir para quem sempre dirigiu um Fusca sair acelerando uma Ferrari. Desastre na certa. Saiba: uma máscara desse padrão mal vestida dá quase na mesma do que sair de rosto nu. 

A saída para quem não encontra nem sequer máscaras cirúrgicas simples ou quer deixá-las para quem mais precisa é lançar mão de versões caseiras. São extremaste úteis, sim. Não faltam tutoriais na web para produzi-las, bastando tecido e elástico. A eficácia varia conforme o pano, é verdade. “As máscaras, até mesmo as caseiras, são essenciais principalmente para quem pega transporte público. As estações de metrô, por exemplo, são ambientes em que provavelmente deve existir muito coronavírus do ar”, diz Paulo Saldiva. 

Existem alguns erros graves, porém, na hora de usar uma máscara de pano qualquer. Cuidado. Um deles é ficar com qualquer máscara de tecido no rosto por muito tempo. “Depois de algumas horas, ela satura”, avisa Paulo Saldiva. Ou seja, não ajuda em mais nada. Outro é deixá-la solta na bolsa, na mala de trabalho, no bolso — isso nem pensar! “O correto é, chegando no local de trabalho, por exemplo, e se não for usá-la lá, guardar esse acessório em saco plástico”, avisa o professor. 

Segundo ele, o ideal mesmo seria levar duas ou três ao sair de casa. Cada uma delas em um saco plástico bem limpo. E, desse modo, usar uma máscara para pegar o ônibus na ida e outra para pegar o ônibus na volta. 

Ao chegar em casa, o acessório precisa ser imediatamente lavado. Como? Com água e sabão. “Não adianta usar a máscara de ontem, se ela não passou pela limpeza. Mas qualquer sabão dá conta de acabar com o vírus, se ele ficou retido no tecido”, garante Paulo Saldiva. 

Lembre-se ainda que a máscara deve cobrir bem todo o nariz e a boca — e não tem mistério nisso, até crianças conseguiriam. Mas não adianta usá-la para descê-la ou até mesmo tirá-la na hora de falar com alguém — ao chegar no caixa da farmácia, por exemplo, se por acaso você precisar ir a uma e ele não entender o que você está dizendo. Não tire a máscara e, sim, repita a fala. Muito menos resolve vestir máscara e abaixá-la ligeiramente para cochichar nos ouvidos de quem está ao lado, como já assistimos em entrevistas coletivas na televisão. Outro mau exemplo. 


PUBLICADO ORIGINALMENTE EM

Filoparanavai 2020