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domingo, 2 de junho de 2024

GREVE DOS/DAS EDUCADORES DO PARANÁ É EM DEFESA DA ESCOLA PUBLICA



Pelas urnas, em 2022, os eleitores do Brasil tiraram da presidência talvez aquele que tenha sido o pior presidente para o povo desde a reabertura política iniciada em 1995. Jair Messias Bolsonaro fez inúmeros males ao povo brasileiro, mas não é disso que quero tratar aqui. Em 2022, pelo voto, muitos eleitores escolheram inimigos do povo, inimigos dos trabalhadores, inimigos dos pobres. Políticos que trabalham pelo Estado Mínimo (Neoliberal) para o povo e Estado Máximo para servir aos interesses dos mais ricos com dinheiro público. Os estados do Paraná, de São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Minas e Goiás, têm governos privatistas e agora partem para ataques mais mortais à educação pública. Nesse momento o governo do Paraná tenta na Assembleia Legislativa entregar nossas escolas públicas, é o MAIOR ATAQUE DA HISTÓRIA DO ESTADO CONTRA A EDUCAÇÃO PÚBLICA! 

A LUTA DOS EDUCADORES É AGORA POIS TALVEZ NÃO HAJA UM DEPOIS... PROFESSORES, PAIS, ESTUDANTES, FUNCIONÁRIOS, AGENTES EDUCACIONAIS, DEVEM LUTE, UNIDOS E UNIDAS, POIS SÓ ASSIM SERÃO MAIS FORTES! 

A greve é um dos direitos sociais fundamentais garantidos na CF.B. de 1988. Aliás, um dos direitos menos exercido pelos cidadãos. 

É hora de lutar e exercer esse Direito Fundamental única arma dos trabalhadores contra a sanha neoliberal selvagem dos patrões que visam apenas lucros e jamais o bem-estar do povo.

É hora de educadores (professores, pedagogos, agentes educacionais, funcionários, pais e alunos, se colocarem nesse poema e escreverem um final feliz para ele... 

Primeiro levaram os negros 
Bertolt Brecht (1898-1956) 

Primeiro levaram os negros 
Mas não me importei com isso 
Eu não era negro 
Em seguida levaram alguns operários 
Mas não me importei com isso 
Eu também não era operário 
Depois prenderam os miseráveis 
Mas não me importei com isso 
Porque eu não sou miserável 
Depois agarraram uns desempregados 
Mas como tenho meu emprego 
Também não me importei 
Agora estão me levando 
Mas já é tarde. 
Como eu não me importei com ninguém 
Ninguém se importa comigo.

segunda-feira, 27 de maio de 2024

Inscrições para o Enem 2024 começam hoje (27/05) Provas serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro

Começa nesta segunda-feira (27) e vai até 7 de junho o período de inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024. No Rio Grande do Sul, devido à calamidade pública no estado, haverá um calendário estendido, que ainda será divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). As provas serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro. Para se inscrever, os estudantes devem acessar a página enem.inep/participante e utilizar o cadastro na acesso.gov.br/.

Os resultados dos recursos sobre a isenção da taxa de inscrição foram divulgados na última sexta-feira (24), assim como dos recursos que tratam das justificativas de ausência no Enem 2023, para candidatos que estavam isentos da taxa e faltaram às provas. 

A taxa de inscrição custa R$ 85 e poderá ser paga até o dia 12 de junho. Os moradores do Rio Grande do Sul também terão isenção desse valor.

Criado em 1998, o Enem avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica e também é a principal porta de entrada para a educação superior no país. Os resultados da avaliação podem ser usados para acesso ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e ao Programa Universidade para Todos (ProUni). Também são aceitos em instituições privadas e de outros países de língua portuguesa que tenham acordo com o Brasil. 

Os estudantes que não concluíram o ensino médio também podem participar na condição de treineiros, para autoavaliação nos anos anteriores ao término da educação básica.

domingo, 19 de maio de 2024

Brasil pode ter 3 milhões de refugiados climáticos nos próximos anos, diz climatologista

Milhões de brasileiros vivem em áreas que podem ser atingidas por inundações, deslizamentos e outros desastres relacionados ao clima.


Aproximadamente 3 milhões de pessoas precisarão sair de suas casas por conta dos riscos causados por eventos climáticos no Brasil. A estimativa foi feita pelo climatologista brasileiro Carlos Nobre, que deu entrevista ao site Metrópoles. 

Quem precisa deixar as suas casas por conta de desastres naturais é chamado de refugiado climático pelos estudiosos da área do clima. 

Em 2018, um estudo do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) apontou cerca de 2 milhões de pessoas vivendo em áreas com altíssimos riscos de deslizamentos e inundações. 

O levantamento levou em consideração a análise de 825 municípios, com base no censo de 2010.

“Agora, (o Cemaden) está refazendo esse estudo para mais de 1.900 municípios. O número vai passar, certamente, de 3 milhões de brasileiros (que precisarão ser removidos)”, disse Nobre. 

Nos últimos anos, o Brasil vem sofrendo com diferentes eventos climáticos em todas as regiões. Em alguns casos, como o de São Sebastião (SP), que enfrentou fortes chuvas em 2023, construções foram impedidas de serem realizadas em determinadas áreas da cidade. O movimento já ocorre em cidades de outros estados, como Minas Gerais, Bahia e Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul.

Mudanças climáticas demonstram inviabilidade do capitalismo; ciência diz que é preciso deter a escalada de destruição ambiental, mas o capital não admite recuo pois deter esse processo significaria implodir o Sistema Econômico Capitalista. Conciliar Natureza e Ganância humana é praticamente impossível! 

Por um lado, pretendo apresentar o que de melhor a ciência climática, tal como ela existe hoje, tem a nos oferecer: a compreensão de vários mecanismos naturais decisivos, as evidências e as projeções relativas a desdobramentos futuros. Por outro lado, pretendo mostrar como esse conteúdo deve ser combinado a uma crítica ecológica do capitalismo. Quanto a isso, trata-se de apresentar as categorias marxistas da crítica da sociedade capitalista e demonstrar como elas podem ser mobilizadas para compreender a vocação ecologicamente destrutiva desta sociedade. LEIA O TEXTO DE Eduardo Sá Barreto aqui

Mais de 95% da população diz ter consciência das mudanças climáticas, aponta Centro de Gestão e Estudos Estratégicos - A consciência quase unânime dos brasileiros nas mudanças climáticas, no entanto, não se traduz em absoluta concordância sobre as razões do fenômeno. Para 78,2% dos entrevistados, as transformações no clima do planeta Terra ocorrem em razão da ação humana – como apontam diferentes estudos científicos. Mas, para 19,6%, essas mudanças são da natureza, sem intervenção do homem. A percepção da gravidade das mudanças climáticas é ainda mais relativa. Seis de cada dez entrevistados (60,5%) concordam que o evento representa um “grave perigo para as pessoas no Brasil”. Para 26,9%, os riscos são de porte “médio”. Quase 12% dos entrevistados (11,8%) creem que as mudanças são “um perigo pequeno” (8,2%) ou “não são um perigo” (3,6%). LEIA MAIS AQUI