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FILOPARANAVAÍ

segunda-feira, 2 de março de 2015

NEOLIBERALISMO NO BRASIL E NO PARANÁ: Aqui não, no Paraná nós gritamos "VERGONHA!" "VERGONHA!" "VERGONHA!" e vamos para cima...

O NEOLIBERALISMO 
NO BRASIL E NO PARANÁ...
Artigo de Lucio Lopes

Pela quarta vez, ano passado, o Neoliberalismo tucano foi derrotado nas urnas. Essas derrotas seguidas acumulou um ódio de classe no Brasil, ódio esse abarcado e disseminado pelos políticos do PSDB e seus aliados representantes da direita reacionária. Em Minas, os mineiros deram um basta à política tucana, mas São Paulo segue com as políticas tucanas que definham o Estado ano a ano; enquanto no Paraná os paranaenses elegeram um governo que já havia quebrado as finanças do Estado em 2013. Hoje, vivem o terror das políticas do Estado Mínimo que Richa vem implementando "a ferro e fogo".


O NEOLIBERALISMO NO BRASIL foi derrotado nas urnas no último pleito eleitoral, de 2014, para a escolha do novo presidente. Aécio e seu plano tucano de privatizar o Brasil foi derrotado pela força do povo através do voto. Inconformados, o PSDB e a elite burguesa financeira não desistem de criar o terror no país, seja por meio da mídia golpista, seja por meio das redes sociais, para justificarem uma deposição ilegal ou legal da presidenta legitimamente eleita,  Dilma Rousseff. 

Bresser Pereira, ex-tucano, disse essa semana que, "O RICOS TÊM ÓDIO DO PT" simplesmente porque o PT cuida dos pobres. As palavras de Pereira, retratam a atual conjuntura política brasileira em que Dilma trabalha para construir um Brasil melhor, enquanto o PSDB quer o retorno da direita ao poder, quer o retorno do desemprego, do arrocho salarial, da pobreza e das privatizações. 

O que impressiona não é a afirmação de Pereira, pois isso todos já sabíamos. O que impressiona que isso é afirmado, reconhecido por um tucano, ainda que hoje "ex" como filiado.

Aí surgiu um fenômeno que eu nunca tinha visto no Brasil. De repente, vi um ódio coletivo da classe alta, dos ricos, contra um partido e uma presidente. Não era preocupação ou medo. Era ódio”, revelou, em referência ao período eleitoral de 2014. Para Bresser Pereira, a insistência em pautar um possível impeachment não irá adiante. “A democracia está consolidada e todos ganham com ela, ricos e pobres. O Brasil só se desenvolve quando tem uma estratégia nacional de desenvolvimento”, declarou. Bresser Pereira disse ainda que o governo da presidenta Dilma Rousseff está dando passos acertados com a adoção do pacote de ajustes econômicos. “Quando Dilma faz ajuste ela não está sendo ortodoxa. Está fazendo o que tem que fazer. Havia abusos nas vantagens da previdência. Subsídios e isenções foram equívocos. Nada mais desenvolvimentista do que tirar isso e reestabelecer as finanças”, analisou.[Dê clique aqui para ler a matéria completa]

É nessa expectativa da volta da direita reacionária que se sustenta o "FORA DILMA". O pior mesmo de tudo isso, é que muitos trabalhadores ou filhos de trabalhadores, gente do povo, de forma alienada, apoia as ações dos "golpistas" do impeachment de Dilma. Uma nova classe média que agora esquece o que era antes, prega uma ideologia burguesa contra o Estado voltado para as camadas mais necessitadas da população. Chegam a ser hilários, culpam Dilma por tudo... desde o aumento do IPTU à guerra entre Israel - Palestina. 

O PSDB faz campanha diuturnamente contra a PETROBRÁS utilizando-se do primeiro caso de corrupção investigado com rigor nesse país, graças justamente ao governo de Dilma. O mesmo PSDB que tem medo da lista do HSBC, que contém milhares de brasileiro hiper ricos sonegadores e que guardaram dinheiro em banco estrangeiro desviando bilhões de nossos cofres públicos. O PSDB negou-se a assinar a CPI, talvez porque tenha medo de que cheguem neles mesmos. Estranhamente a mídia golpista liderada pela Globo e Revista Veja, esconde o caso. 

Os ricos, já sabemos sonegam impostos sem pudor, e isso é corrupção da brava que merece também todo o rigor da mesma investigação da PETROBRÁS. O mesmo PSDB e a mídia golpista, com a ajuda de "gente amiga" tornaram público alguns depoimentos - delação do caso "PETROLÃO", justamente de processos que correm em segredo de justiça e que, portanto, não deveriam ser divulgados. O estranho é que esses depoimentos apenas atingem gente da base do governo ou do PT. Quando sabemos que a corrupção na PETROBRÁS foi justamente facilitada no governo de FHC.

A estratégia é simples. Destruir a reputação da PETROBRÁS, derrubar seu preço no mercado, gerar uma crise econômica com desemprego provocado pelo fechamento de empreiteiras nacionais que hoje prestam serviços à PETROBRÁS, num cenário catastrófico do "quanto pior melhor"; isso justificaria a privatização forçada da PETROBRÁS e da PETROSAL. Aécio nunca escondeu na campanha eleitoral que pretendia privatizar e que iria tomar medidas impopulares - leia-se que "medidas impopulares" na linguagem tucana é a destruição de tudo o que é público.

Assim agem os tucanos desde a época de FHC quando tentaram sucatear as universidades federais e fecharam os institutos tecnológicos existentes. O objetivo a longo prazo era privatizar a educação. A eleição do torneiro mecânico para a presidência da República impediu a realização desse sonho tucano. Lula só não rompeu com esse sonho como construiu centenas de novos institutos tecnológicos Brasil afora e ainda construiu mais de 13 novas universidades federais.

Agora vivemos essa experiência no Estado do Paraná. O governador Beto Richa está sucateando as universidades estaduais que levaram anos para construir reputação em meio ao ensino superior do Brasil. Quem não conhece no Brasil ou nunca ouviu falar nas universidades UEM e UEL? Pois bem, o objetivo é privatizar, terceirizar as nossas universidades. Privatizar a nossa água e nossa luz. Privatizar a saúde. Terceirizar a educação básica. 

Esse é o projeto neoliberal do PSDB para o Paraná. No momento, os servidores públicos do Paraná demonstram uma resistência que está encantando o Brasil. Aqui não é São Paulo não PSDB, onde vocês privatizam tudo e destroem tudo o que é público e a população alienada só diz amém... Aqui não, no Paraná nós gritamos "VERGONHA!" "VERGONHA!" "VERGONHA!" e vamos para cima... E isso é só o começo... Os paranaenses não estão afim de verem o público destruído, privatizado, no nosso querido Paraná.

Filoparanavai 2015

TEORIA DO CONHECIMENTO: A tese cética de Hume acerca da indução


A todo o momento formas expectativas acerca de como será o futuro ou sobre que generalizações (afirmações com a forma "Todos os As são B") são verdadeiras com base em dados que não são dedutivamente conclusivos. As tuas crenças acerca do futuro baseiam-se na percepção e na memória, mas não podes deduzir como será o futuro de premissas que descrevem o presente e o passado.

Concentremo-nos num exemplo para tornar claro o que acabou de ser dito. Supõe que observaste muitas esmeraldas e descobriste que cada uma delas era verde. De seguida prevês que "A próxima esmeralda que eu observar será verde"; ou talvez generalizes e digas "Todas as esmeraldas são verdes." (Para que este seja um exemplo do gênero que queremos, supõe que as esmeraldas não são verdes por definição.)

O senso comum diz que és racional se, ao acreditares em previsões e generalizações, tens muitos dados para o fazer. Observar muitas esmeraldas e descobrir que cada uma é verde parece justificar a tua expectativa de que a próxima esmeralda que examinares será verde. Mas não podes deduzir generalizações e previsões das tuas observações do passado. Além disso, repara que os dois argumentos seguintes são sensatamente não dedutivos:


(GEN)
Observei numerosas esmeraldas e cada uma delas é verde.
Logo, todas as esmeraldas são verdes.
(PRE)
Observei numerosas esmeraldas e cada uma delas é verde.
Logo, a próxima esmeralda que eu observar será verde.
A dupla linha entre as premissas e a conclusão indica que os argumentos não são dedutivamente válidos.

Em ambos os argumentos pensas que as premissas justificam racionalmente a conclusão. Defendes não ser mero preconceito afirmar que em cada caso as premissas fornecem bons dados a favor da verdade da conclusão. A tese de Hume é que a tua convicção não pode ser racionalmente defendida.

O que é importante perceberes é que Hume não está simplesmente a dizer que os argumentos não são dedutivamente válidos. Isso é óbvio. O que ele diz realmente é que as premissas não justificam racionalmente as conclusões. Para Hume não há qualquer maneira de justificar racionalmente previsões e generalizações.

Na perspectiva de Hume tens simplesmente o hábito de achar que aquelas premissas fornecem boas razões para acreditar naquelas conclusões. É um hábito que não podes abandonar; faz parte da natureza humana esperar que o futuro se assemelhe ao passado. Mas é um hábito que não podes defender racionalmente. Se um cético te desafiar para justificares racionalmente o padrão de pensamento em questão, apenas podes dizer que essa é de fato a maneira de proceder dos seres humanos. Não tens como produzir um bom argumento para justificar racionalmente este hábito mental.

A indução não pode ser racionalmente defendida

O argumento de Hume

Como chegou Hume a esta conclusão surpreendente acerca da indução? Hume pensava que os argumentos enunciados (GEN e PRE) requerem uma premissa adicional. Tal como se encontram, a premissa não suporta a conclusão. Ora, se a observação tem a intenção de sustentar a generalização ou a previsão, então terás de pressupor que o futuro se assemelha ao passado. A este pressuposto Hume chamou Princípio da Uniformidade da Natureza (PUN). 


Hume pensava que este princípio desempenha um papel indispensável em todo e qualquer argumento indutivo. Já viste o exemplo a respeito da cor das esmeraldas. Considera agora a crença de que o sol nascerá amanhã. Esta crença previsiva baseia-se na premissa de que o sol nasceu em cada um dos dias em que, com enfado, te deste ao trabalho de fazer uma observação. Por que razão estas observações do passado sustentam a previsão que fizeste acerca de amanhã? Hume pensava que tens de supor que a natureza é uniforme — o futuro será semelhante ao passado. Hume diz que sem este princípio o passado não pode ser um guia para o futuro.

Assim, todo e qualquer argumento indutivo pressupõe PUN: terás de pressupor PUN para que a premissa observacional possa sustentar a previsão ou generalização afirmada na conclusão do argumento. Isto significa que, se a conclusão a que chegas é racionalmente defensável, então deverás ter disponível um bom argumento para pensar que PUN é verdadeiro. Se PUN não puder ser defendido, então qualquer crença que dependa de pressupor que PUN é verdadeiro, terá também que ser indefensável.

É este o enunciado do argumento cético de Hume:
  1. Todo o argumento indutivo requer PUN como premissa.
  2. Se a conclusão de um argumento indutivo é racionalmente justificada pelas premissas, então estas premissas têm de ser também racionalmente justificáveis.
  3. Assim, se a conclusão de um argumento indutivo é justificada, terá que haver uma justificação racional de PUN.
  4. Se PUN é racionalmente justificável, então terá que haver um bom argumento indutivo ou um bom argumento dedutivo a favor de PUN.
  5. Não há um bom argumento indutivo para PUN, uma vez que qualquer argumento indutivo a favor de PUN é circular.
  6. Não há um bom argumento dedutivo a favor de PUN, uma vez que PUN não é uma verdade a priori nem segue dedutivamente das observações que até hoje fizeste.
  7. Assim, PUN não é racionalmente justificável.
    Logo, não há justificação racional para as crenças que tens com a forma de previsões ou generalizações.
Resumindo, o que Hume diz é que as crenças que tens acerca da cor das esmeraldas e do nascer do sol amanhã (e muitas outras crenças) não são racionalmente justificáveis porque repousam num pressuposto que não pode ser racionalmente justificado.

Por que razão PUN não pode ser justificado?

Examina melhor os passos 4-6 do argumento. Vê bem o que PUN afirma; PUN diz que o futuro será semelhante ao passado — as uniformidades do passado continuarão a subsistir no futuro. Será que podes saber que isto é verdadeiro com base na indução? Se puderes, o argumento indutivo parecer-se-á com este:

A natureza tem sido uniforme nas minhas observações do passado.
Logo, a natureza em geral é uniforme.
Lembra-te que para Hume todos os argumentos indutivos requerem PUN como premissa. O argumento enunciado é indutivo. Mas se introduzires PUN como premissa, como Hume requer, o argumento torna-se circular — pressupõe como premissa precisamente a proposição que tenta sustentar como conclusão.

E resultará uma justificação dedutiva de PUN? Também aqui a resposta de Hume é não. O argumento enunciado não é dedutivamente válido; o princípio geral da uniformidade não pode ser deduzido das observações que fizeste no passado.

Hume considera, e rejeita, um outro tipo de argumento dedutivo. Pode ser PUN uma verdade concetual dedutível das definições dos seus termos? Se PUN fosse uma verdade conceitual teria a mesma espécie de justificação a priori que "Nenhum solteiro é casado" possui. Hume rejeita esta ideia dizendo que não há contradição em supor que o universo deixe subitamente de ser uniforme. Não é uma verdade conceitual afirmar que as regularidades do passado subsistirão no futuro.

Tradução de Faustino Vaz
Retirado do livro Core Questions in Philosophy, de Elliott Sober (Prentice Hall, 2008) Fonte: http://criticanarede.com/

Filoparanavai 2015

domingo, 1 de março de 2015

É PRECISO DENUNCIARMOS QUE O NEOLIBERALISMO TUCANO É O MESMO QUE FAZ OS NÚMEROS DA POBREZA AUMENTAR NA EUROPA, TODOS OS DIAS...




No meio do ano de 2014 ainda, o então governador tucano Beto Richa, do PSDB, e candidato à reeleição dizia em entrevistas que “O melhor ainda está [estava] por vir”. Eleito em outubro com 60, 98% dos votos válidos no estado, ainda em 2014 começou a impor a implementação do desmonte do Estado para sanar as dívidas que ele mesmo fez. Isso em cima dos cortes de verbas para educação, saúde, seguranças e outros serviços. Buscou aumento da receita por meio de aumentos monstros sobre icms de milhares de produtos, pedágios, ipva, água e luz. [confira nesse artigo mais informações - http://filoparanavai.blogspot.com.br/ - ]. No momento enfrenta a resistência dos paranaenses que saem às ruas contra suas políticas neoliberais.

Mas o outro tucano, aquele que queria a presidência, o Aécio, tinha em Richa seu espelho. Dizia que Richa era modelo a ser copiado.
O hoje cambaleante Aécio Neves já disse durante as eleições que, se eleito, imporia “medidas impopulares” ao país. Naquele tempo, diante da repercussão negativa, ele evitou anunciar quais seriam. Mas para quem conhece o PSDB não é difícil saber o nível das maldades. 

Arminio Fraga, ex-presidente do Banco Central no trágico reinado de FHC e que havia sido anunciado como ministro da Fazenda de Aécio, não vacilava em afirmar para as plateias empresariais que reforçará a dose do tripé neoliberal – política monetária de juros altos; austeridade fiscal; e maior libertinagem financeira. 

Nesse momento a Europa vive o desastre causado por este receituário. O resultado é o mesmo de sempre, onde quer que o neoliberalismo seja colocado em pratica: POBREZA. O neoliberalismo gera desemprego e por consequência salários com baixo poder aquisitivo e pobreza, é um ciclo. Só o grande capital ganha com o neoliberalismo. Esse é o sonho dos ricos no Brasil, o retorno do neoliberalismo. E o partido que carrega essa bandeira chama-se PSDB. São eles que estão por detrás do movimento  impeachment de Dilma.

As economias da Alemanha e da França estão totalmente estagnadas [Alemanha: 3,1 milhões de pessoas com trabalho vivem à beira da pobreza - https://br.noticias.yahoo.com/alemanha]
; já a Itália entrou em recessão. O Banco Central Europeu (BCE) inclusive reduziu a previsão do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro para 0.9% neste ano. Estes números desmentem a mídia tucana, que difunde a ideia de que apenas o Brasil está em crise. 

A diferença, porém, é que na Europa o ônus destas dificuldades é totalmente lançado nas costas dos trabalhadores. O desemprego bate recordes históricos – na Espanha, por exemplo, ele vitima mais de 50% dos jovens. Já os direitos trabalhistas são retirados e os salários são violentamente arrochados. Bem diferente do cenário do Brasil!

Diante desta desgraceira, o próprio BCE anunciou na semana passada que adotará medidas mais enérgicas de estímulo à economia. O objetivo, pelo menos no papel, é tentar reverter o crescente desemprego, a quebradeira das indústrias e a regressão no consumo interno. Estima-se que tais medidas injetarão quase € 1 trilhão na zona do euro. Fanático adepto da chamada austeridade fiscal, Maria Draghi, presidente do BCE, alega agora que é preciso reduzir a contenção nas contas públicas para reerguer a Europa.Mesma conversa do governo do Paraná, Beto Richa.  Enquanto isso, no Brasil, os tucanos pregam exatamente este veneno, querendo derrubar a presidenta legitimamente eleita pelo povo. 



Características do Neoliberalismo 
(princípios básicos):

- mínima participação estatal nos rumos da economia de um país;
- pouca intervenção do governo no mercado de trabalho;
- política de privatização de empresas estatais;
- livre circulação de capitais internacionais e ênfase na globalização;
- abertura da economia para a entrada de multinacionais;
- adoção de medidas contra o protecionismo econômico;
- desburocratização do estado: leis e regras econômicas mais simplificadas para facilitar o funcionamento das atividades econômicas;
- diminuição do tamanho do estado, tornando-o mais eficiente;
- posição contrária aos impostos e tributos excessivos;
- aumento da produção, como objetivo básico para atingir o desenvolvimento econômico;
- contra o controle de preços dos produtos e serviços por parte do estado, ou seja, a lei da oferta e demanda é suficiente para regular os preços;
- a base da economia deve ser formada por empresas privadas;
- defesa dos princípios econômicos do capitalismo.


Críticas ao neoliberalismo
Os críticos ao sistema afirmam que a economia neoliberal só beneficia as grandes potências econômicas e as empresas multinacionais. Os países pobres ou em processo de desenvolvimento (Brasil, por exemplo) sofrem com os resultados de uma política neoliberal. Nestes países, são apontadas como causas do neoliberalismo: desemprego, baixos salários, aumento das diferenças sociais e dependência do capital internacional.


Pontos positivos [SE É QUE TEM... POIS O NEOLIBERALISMO NA PRÁTICA SÓ TEM SIDO BOM PARA OS DONOS DO CAPITAL. O NEOLIBERALISMO DESTRUIU NOS ÚLTIMOS ANOS A ECONOMIA EUROPEIA PRODUZINDO DESEMPREGO, PERDA DO PODER AQUISITIVO DE SALÁRIOS, RECESSÃO ECONÔMICA; DESTRUINDO SERVIÇOS PÚBLICOS E JOGANDO MILHÕES NA POBREZA]

MAS OS DEFENSORES DIZEM QUE: Este sistema é capaz de proporcionar o desenvolvimento econômico e social de um país. Defendem que o neoliberalismo deixa a economia mais competitiva, proporciona o desenvolvimento tecnológico e, através da livre concorrência, faz os preços e a inflação caírem. 

Exemplos de governos que adotaram políticas econômicas neoliberais nos últimos anos:

- No Brasil: Fernando Collor de Melo (1990 - 1992) e Fernando Henrique Cardoso (1995 - 2003) [VALE LEMBRAR QUE ESSES GOVERNOS VENDERAM IMPORTANTES E ESTRATÉGICAS EMPRESAS ESTATAIS A PREÇOS DE BANANAS NA ÉPOCA, GERARAM DESEMPREGO, PERDA DO PODER AQUISITIVO DO SALÁRIO, DESMANTELAMENTO DO SERVIÇO PÚBLICO, ELEVARAM ASSUSTADORAMENTE A DÍVIDA EXTERNA DO PAÍS FAZENDO COM QUE O BRASIL PASSASSE A SER GERIDO PELOS CONSELHOS DO FMI - FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL; JOGOU MAIS DE 50 MILHÕES DE BRASILEIROS NA EXTREMA POBREZA... LULA E DILMA É QUE MUDARAM ESSA SITUAÇÃO MELHORANDO A VIDA DOS BRASILEIROS NA ÚLTIMA DÉCADA... PORÉM, AS FORÇAS REACIONÁRIAS DE DIREITA INSISTEM EM RETOMAR O MODELO FALIDO DE FHC PARA SATISFAZER INTERESSES DOS CAPITALISTAS...]


- No Chile: Eduardo Frei (1994 - 2000), Ricardo Lagos (2000 - 2006) e Michelle Bachelet (2006 - 2010)
- Nos Estados Unidos: Ronald Reagan (1981 - 1989), George Bush (1989 - 1993) e George W. Bush (2001- 2009)
- No México: Vicente Fox Quesada (2000 - 2006)
- No Reino Unido: Margaret Thatcher (1979 - 1990)


Principais teóricos do Neoliberalismo:
- Friedrich Hayek (Escola Austríaca)
- Leopold von Wiese
- Ludwig von Mises
- Milton Friedman (Escola Monetarista, Escola de Chicago)



Filoparanavai 2015