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FILOPARANAVAÍ

domingo, 1 de janeiro de 2012

História Geral da África: Tenha, leia e divulgue a obra [saiba como baixar os volumes da coleção]


HISTÓRIA GERAL DA ÁFRICA
Nosso compromisso é conhecer!





Em 1964, a UNESCO dava início a uma tarefa sem precedentes: contar a história da África a partir da perspectiva dos próprios africanos. Mostrar ao mundo, por exemplo, que diversas técnicas e tecnologias hoje utilizadas são originárias do continente, bem como provar que a região era constituída por sociedades organizadas, e não por tribos, como se costuma pensar.


Quase 30 anos depois, 350 cientistas coordenados por um comitê formado por 39 especialistas, dois terços deles africanos, completaram o desafio de reconstruir a historiografia africana livre de estereótipos e do olhar estrangeiro. Estavam completas as quase dez mil páginas dos oito volumes da Coleção História Geral da África, editada em inglês, francês e árabe entres as décadas de 1980 e 1990.

Além de apresentar uma visão de dentro do continente, a obra cumpre a função de mostrar à sociedade que a história africana não se resume ao tráfico de escravos e à pobreza. Para disseminar entre a população brasileira esse novo olhar sobre o continente, a UNESCO no Brasil, em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (Secad/MEC) e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), viabilizaram a edição completa em português da Coleção, considerada até hoje a principal obra de referência sobre o assunto.

O objetivo da iniciativa é preencher uma lacuna na formação brasileira a respeito do legado do continente para a própria identidade nacional.

Os oito volumes - em Português -estão disponíveis para download nos sites da UNESCO.





1. Volume I: Metodologia e Pré-História da África

2. Volume II: África Antiga

3. Volume III: África do século VII ao XI

4. Volume IV: África do século XII ao XVI

5. Volume V: África do século XVI ao XVIII

6.Volume VI: África do século XIX à década de 1880

7. Volume VII: África sob dominação colonial, 1880-1935

8. Volume VIII: África desde 1935


Filoparanavaí 2012

sábado, 31 de dezembro de 2011

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

INTRODUÇÃO GERAL: Filosofia e Filósofos da Grécia ANTIGA


INTRODUÇÃO GERAL: 
Filosofia Grega Antiga 





SOFISTAS Sábios itinerantes que ensinavam pelas praças como Sócrates. Mestres do saber. Ensinavam os filhos dos cidadãos (maioria jovens gregos nascidos na Grécia e ricos) táticas políticas para uso em público (assembleias): Uso da RETÓRICA (persuasão). Uso da Oratória (falar bem e claramente em público): discurso político/persuasão cujo ensinamento provinha dos sofistas – mestres do saber. Muitos cargos provinham de sorteio; os mais importantes eram ocupados pelas famílias ricas. Sofistas surgem com o triunfo político da democracia; são os mestres da eloqüência (professores itinerantes) e da retórica; ensinavam por um alto preço aos homens ávidos de poder político a conquistar o mesmo; o ensino era encarado como meio para fins práticos e empíricos (não para si mesmo); Protágoras foi o mais famoso sofista; para os sofistas é verdadeiro e faz sentido apenas o que satisfaz os sentidos, ao impulso e paixão de cada um em dado momento; eram relativistas destituídos de moral. Pregavam o sensualismo (hedonismo) e o utilitarismo ético (o único bem é o prazer, a única regra de conduta é o interesse pessoal); ensinavam apenas seus discípulos a vencerem seus oponentes; eram convencionistas. Propunham-se ensinar os jovens em toda sorte de disciplinas e ensinar-lhes a eloqüência. É verdade, porém, que toda referência que temos em relação aos sofistas nos vem de Platão através de seus diálogos (obras) no embate de Sócrates contra estes. Portanto, há que se ter este cuidado. Circula muito a ideia de que Sócrates não gostava dos sofistas por estes cobrarem por suas "aulas". Na verdade entendo que Sócrates tinha um problema sério com os sofistas mas não era este exclusivamente por se tratar apenas de uma questão de crença, uma vez que Sócrates entendia que o saber não tem preço e portanto não está à venda. Em suma, o problema de Sócrates com relação aos sofistas era de ordem ética. A política devia visar o bem-comum, o bem de toda a coletividade da Pólis. Os ensinamentos dos sofistas formavam os jovens cidadão a irem contra este princípio ético e sastifaziam os interesses individuais dos cidadãos em detrimento dos interesses da coletividade.




OS FILÓSOFOS ( Os primeiros da História da Filosofia) COSMOLOGISTAS: Também conhecidos como Filósofos da Natureza e Filósofos Físicos / Pré-Socráticos / Sofistas / Sócrates / Platão e Aristóteles


Características GERAIS: Buscavam conceitos universais para explicarem as origens de tudo longe das explicações oferecidas pelo mito - troca-se a crença pela RAZÃO; Arché (origem, essência, ser) princípio fundamental que dá origem a tudo - esse princípio primordial é sempre o mesmo, não passa por transformações e permite que tudo dele se origine; são críticos dos costumes de seu tempo; contribuíram para o pensamento político; ser filósofo é ser cidadão por excelência; os filósofos eram adversários da democracia, pois segundos estes, o saber não era prioridade, imperando a incompetência e a falsidade da maioria.PRÉ-SOCRÁTICOS: Preocupações de ordem cosmológicas, muitos foram chefes políticos e legisladores de suas cidades; TALES DE MILETO: água; ANAXIMANES: ar; ANAXIMANDRO: APEIRON (Matéria); PITÁGORAS: o número (matemática), geometria aritmética; HERÁCLITO: Devir = vir-a-ser; PERMÊNIDES: “o ser é e o não ser não é”; DEMÓCRITO: os átomos.

PLATÃO A civilização grega encontra-se em declínio; Fundou uma academia (Escola filosófica); Na Alegoria da caverna: faz a oposição entre o real e o ideal; Obras sobre política: A República, O Político, As Leis. FORMAS DE GOVERNO: Ideais/boas Ruíns/corrompidas: Monarquia; Tirania; Aristocracia; Oligarquia; Democracia. Timocracia (desejo de honrarias).HIERARQUIA DO ESTADO PARA PLATÃO: Quem comandaria o Estado? Magistrados (Reis filósofos); Guerreiros; Lavradores. O Estado absorve o indivíduo; Contrário a propriedade privada; Foi idealista/utopista; Teoria das ideias inatas.


Platão: “este é o mundo ideal”


ARISTÓTELES


Foi mais realista do que  Principal obra política: A Política, dividido em oito livros: 1º: trata da origem do Estado; 2º: critica as teorias anteriores, em especial Platão; 3º e 4º: dedicados à descrição das formas de governo; 5º: trata das mudanças das constituições; 6º: estuda as várias formas de democracia e de oligarquia; 7º e 8º: tratam das melhores formas de constituição.
O homem é um animal social, portanto necessita viver em comunidade; Logos: Razão, Linguagem; Sociedade: associação; 1.família (fim próprio) 

2.aldeia (fim próprio), 
3.cidade-estado (fim comum); 
O Estado é a sociedade política organizada;
O cidadão (todo homem livre) é definido pela faculdade de participar em lugares públicos, onde acontece o debate sobre a polis; O cidadão participa do poder deliberativo e judicial. Na sua obra A Política, o autor, que é o criador do holismo, procura justificar a propriedade privada, a família e a escravidão. Também é em sua obra A Política que Aristóteles anuncia que o homem é um animal social, zoon politikon Formas de governo: Boas / ideais; Ruins/degenerações: 1 Monarquia 2 Tirania 3 Aristocracia 4 Oligarquia 5 República/Politéia 6 Democracia.



CONSIDERAÇÕES SOBRE A POLÍTICA DE ARISTÓTELES O critério é o interesse comum e o interesse pessoal; A vida política não se separa da vida ética = vida comunitária; O objetivo da política é a vida = viver bem (euzen); A vida superior só existe na cidade justa, é preciso buscar a melhor política para a cidade; Aristóteles justifica a escravidão; O Estado realiza os ideais éticos, morais e políticos do cidadão. ARISTÓTELES O Estado prepara o cidadão para a virtude; O cidadão será o homem corajoso, moderado, liberal, magnânimo, praticando a justiça, observando a equidade, comportando-se como perfeito amigo,em suma, o homem do “bom e belo”. A favor da propriedade privada; O Estado é o conjunto dos cidadãos, o governo é o conjunto de pessoas que ordenam e regulam a vida do Estado e excedem o poder.

Filoparanavaí 2012