domingo, 16 de novembro de 2014

CONSCIÊNCIA NEGRA É PARA TODOS OS BRASILEIROS... CONHEÇA MAIS SOBRE A HISTÓRIA DA ÁFRICA E CULTURA AFRICANA (AFROBRASILEIRA)...



“A raça negra fundou para outros uma pátria que ela pode, 
com muito mais direito, chamar sua.” 

[Joaquim Nabuco - ‘O Abolicionismo’ ] 

LEIA O ARTIGO: CONSCIÊNCIA NEGRA: ‘13 de maio: a abolição inacabada’
  

ORAÇÃO PELO FIM DO RACISMO 

Ó Senhor Jesus Cristo, que ao assumir nossa condição humana, não negou sua condição de Judeu, que conviveu com os pobres, com as mulheres consideradas corretas e com aquelas nem tanto consideradas assim; com as crianças, com os doentes, com os estrangeiros... abolindo todas as formas de discriminação quando aqueles só recebiam gestos preconceituosos...

Nós te pedimos por aqueles homens e aquelas mulheres que nunca experimentaram a alegria de serem amados. Por todos os povos, independente de nação ou continente, que na história foram explorados e escravizados, sempre classificados culturalmente como povos inferiores.

Por todos os homens e mulheres que são discriminados por causa da cor da pele, da religião, da opção política ou da prática de sua sexualidade, da pobreza... e outras formas de discriminações...

Suscite em nós, Senhor da VIDA, uma vontade decidida de colaborarmos contigo, para a libertação moral e espiritual das pessoas e tirá-las da miséria material concreta e dos sofrimentos daí advindos.

Liberta-nos de nosso egoísmo, de nossa falta de solidariedade e torna-nos pessoas abertas... verdadeiramente humanas, capazes de amar e compartilhar com os outros, tudo o que somos e o que temos. 

AMÉM!!! OXALÁ!!!
  

NA SÉRIE TEMAS DE ATUALIDADE, CONFIRA O MATERIAL PEDAGÓGICO SOBRE "RACISMO: PARA UMA REFLEXÃO":  

Em 1964, a UNESCO dava início a uma tarefa sem precedentes: contar a história da África a partir da perspectiva dos próprios africanos. Mostrar ao mundo, por exemplo, que diversas técnicas e tecnologias hoje utilizadas são originárias do continente, bem como provar que a região era constituída por sociedades organizadas, e não por tribos, como se costuma pensar.Leia mais em:  

HISTÓRIA GERAL DA ÁFRICA
Nosso compromisso é conhecer!





Em 1964, a UNESCO dava início a uma tarefa sem precedentes: contar a história da África a partir da perspectiva dos próprios africanos. Mostrar ao mundo, por exemplo, que diversas técnicas e tecnologias hoje utilizadas são originárias do continente, bem como provar que a região era constituída por sociedades organizadas, e não por tribos, como se costuma pensar.

Quase 30 anos depois, 350 cientistas coordenados por um comitê formado por 39 especialistas, dois terços deles africanos, completaram o desafio de reconstruir a historiografia africana livre de estereótipos e do olhar estrangeiro. Estavam completas as quase dez mil páginas dos oito volumes da Coleção História Geral da África, editada em inglês, francês e árabe entres as décadas de 1980 e 1990.
Além de apresentar uma visão de dentro do continente, a obra cumpre a função de mostrar à sociedade que a história africana não se resume ao tráfico de escravos e à pobreza. Para disseminar entre a população brasileira esse novo olhar sobre o continente, a UNESCO no Brasil, em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (Secad/MEC) e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), viabilizaram a edição completa em português da Coleção, considerada até hoje a principal obra de referência sobre o assunto.
O objetivo da iniciativa é preencher uma lacuna na formação brasileira a respeito do legado do continente para a própria identidade nacional.

DISTRIBUIÇÃO – A Coleção da História Geral da África será distribuída pelo Ministério da Educação e estará à disposição dos interessados em todas as bibliotecas públicas municipais, estaduais e distritais; nas bibliotecas das Instituições de Ensino Superior, dos Polos da Universidade Aberta do Brasil, dos Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros, dos Conselhos Estaduais ou Distrital de Educação.

Os oito volumes - em Português -
estão disponíveis para download nos sites da UNESCO.



Fontes: Unesco, Seppir, MEC

Filoparanavaí 2014

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