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    domingo, 23 de janeiro de 2011

    2011: Um ano de esperanças e muita luta_"O homem começa a morrer na idade em que perde o entusiasmo". (Honoré de Balzac)

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    O Dia da "RAINHA"
    As férias escolares de verão estão se findando e tudo começa de novo. Hora de sacudir a "preguiça" e se preparar bem para encarar a nova maratona de estudos e trabalhos. O ano de 2011 começou com uma data histórica e memorável, a posse da PRIMEIRA MULHER PRESIDENTA DO BRASIL. Agora é deixar a mulher trabalhar...



    Candidatou-se à vaga de presidente e foi escolhida por unânimidade dentro do Partido dos Trabalhadores. No primeiro turno das eleições de 2010, em 03 de outubro, foi a mais votada, *DILMA ROUSSEFF (PT) – 47.649.079 (46,91%); ela foi eleita, no dia 31 de outubro de 2010, com 56,05% dos votos válidos, no segundo turno e, torna-se a 1ª MULHER presidente de nossa história.


    por Lucio Lopes, publicado às 12:03 30.10.2010
    atualizado em filoparanavai às 15:02 23.01.2011

    Sou de uma geração de sonhos...
    Homem do tempo, de uma juventude que não apenas sonhava, mas sobretudo, que lutava...
    Não eram sonhos egoístas como os da classe média de hoje;
    Eram sonhos coletivos, onde a exclusão não tinha lugar e sim, apenas a utopia do todos têm os mesmos direitos, justiça e equidade devem ser expressões do real e não apenas das teorias ideológicas...

    Se eu nascesse na década de 50, com certeza estaria entre os presos, torturados e/ou exilados do período de exceção vigente no regime ditatorial pós-64.
    Eu era criança e vi os tanques nas ruas...
    Eu cresci ouvindo: “Brasil, ame-o ou deixe-o!”...
    “Religião e política não se discute!”...

    Eu cresci em meio à pobreza...
    Vi meu pai se abster de carne para que seus filhos comessem...
    Iogurte e outras guloseimas, naquele tempo, eram apenas um sonho de consumo...
    Eu vi o dinheiro valer 10 de manhã e 7 na tarde do mesmo dia...
    Eu convivi com repreensões, constantes, de meus professores, só porque eu questionava,
    Perguntava: “Por que tudo tem que ser assim?”
    Aprendi desde cedo o valor da democracia e da cidadania...


    Vieram as lutas populares pelo retorno da democracia, as passeatas, as manifestações públicas e eu lá, gritando: “Volta mãe democracia!”...
    Eu tava lá, era um dos que gritavam - nosso grito foi ouvido;
    Ela, a DEMOCRACIA, voltou...
    Eu vi o presidente que COLLOria os desejos da elite podre deste país ser eleito e,
    Desbancar o nosso sonho de um operário na presidência.
    Mas também vi e participei da queda do presidente - eleito com o apoio da elite podre - preconceituosa, excludente e egoísta;


    Eu vi Collor sair pelas portas dos fundos, presidente tão podre...
    Quanto a elite manipuladora que o elegeu, utilizando-se da TV Globo e de todo o aparato ideológico dominante para manter parcela da população sequestrada na alienação.

    Mas, vi também o sociólogo traidor de suas próprias teorias ser eleito presidente; Apoiado pela mesma elite podre que esteve com o collorido e, mais uma vez desbancou o sonho em torno do “torneiro mecânico”.
    Sempre acreditei e continuo a acreditar que o pobre só se emancipará um dia se for capaz de se autolibertar, ou seja, somente o pobre pode ajudar o pobre a sair de sua situação de abandono pelo Estado.

    Gritei, novamente: “Fora FMI!”, juntando minha voz a de meus amigos, jovens comunistas, na rua das Flores, próximo da praça Osório, em Curitiba;
    Mas quanto mais gritávamos, mais o FHC se comprometia com a cartilha neoliberal.

    Sucateava o patrimônio público, vendia nossas empresas em meio a negociatas que nunca foram investigadas...
    Eu vi dezenas de CPI’s propostas por parlamentares serem simplesmente arquivadas pela maioria no congresso;
    Eu vi deputados e senadores venderem seus votos ao governo para manter FHC em uma reeleição;
    Eu vi o Brasil perder sua soberania sobre nosso minério para empresas estrangeiras...
    Eu vi nossa telecomunicação ir toda para as empresas estrangeiras
    Eu vi o desemprego assombroso com arrocho salarial empobrecer ainda mais os trabalhadores
    Eu vi o mapa da fome “crônica” ser ampliado em todo o país.
    E gritei: “Todos juntos contra a fome no Brasil!”, somando-se à voz do glorioso Hebert de Sousa – o Betinho, que creio eu, já habita o coração do Criador.
    Eu vi o apagão da era FHC, eu vi a plataforma p-3 ser devorada pelo mar;
    Eu vi o abandono da saúde e da educação, o não investimento em infraestrutura que fazia com que nossas estradas, portos, aeroportos, ferrovias, ficassem jogadas à sorte maior.
    Eu vi o Brasil pelas mãos de FHC quase entrar na ALCA...
    Eu vi a Federal do Paraná ser sucateada e conviver com uma greve de meses;
    Mas eu vi também, de novo, o corajoso Lula, persistente como sempre, depois de 3 eleições, ganhar o coração do povo;
    E se tornar o primeiro operário presidente...

    Eu vi o Brasil extirpar o mapa da fome crônica;
    Eu vi o Brasil descobrir o pré-sal;
    Eu vi o Brasil colocar o FMI para correr daqui;
    Eu vi o emprego aumentar;
    Vi a distância injusta entre ricos e pobres diminuir;
    Eu vi o poder aquisitivo de meu povo ser recuperado e iogurte deixar de ser um sonho;
    Para ir à minha mesa e a mesa de pobres como eu...
    Eu vi o Brasil ser respeitado lá fora como uma superpotência emergente;
    Eu vi a corrupção ser combatida: vi prefeito, governador, juiz e outros irem pra cadeia...
    Vi as conquistas sociais para corrigir as discriminações:
    As mulheres, crianças, adolescentes e jovens, negros, índios, homossexuais, serem tratados como gente.
    Eu vi o prouni a dar chances imensas de um futuro brilhante a nossa juventude;
    O torneiro mecânico abriu as portas da universidade;
    Vi a filosofia e, a sociologia, voltar às salas de aulas pelo torneiro mecânico, depois de terem sido impedidas de retornarem no governo FHC – o sociólogo bufão vetou Lei que determinava o retorno.
    Vi e vejo que a utopia de criança está mais próxima de deixar de ser, apenas, um sonho...
    Com a FORÇA DO POVO quebramos paradigmas políticos determinantes em nossa cultura...
    A elite podre que promoveu o abismo entre pobres e ricos em 500 anos foi vencida nas urnas, de maneira totalmente democrática...
    Com a força do povo, Lula foi eleito presidente.
    Hoje com a FORÇA DO POVO, com as bênçãos de Deus, iremos quebrar mais outro paradigma: Uma MULHER...

    Eu sou feliz...
    Morro feliz, se hoje morresse;
    Eu acabo de ver, a primeira presidente mulher de meu país ser eleita com a FORÇA DO POVO....
    escrito por Lucio Lopes em 29.10.2010



    500 anos esta noite

    por Pedro Tierra
    Publicado em filoparanavai às 10:25 31.10.2010
    Atualizado em filoparanavi às 15:10 23.01.2011

    De onde vem essa mulher
    que bate à nossa porta 500 anos depois?
    Reconheço esse rosto estampado
    em pano e bandeiras e lhes digo:
    vem da madrugada que acendemos
    no coração da noite.

    De onde vem essa mulher
    que bate às portas do país dos patriarcas
    em nome dos que estavam famintos
    e agora têm pão e trabalho?
    Reconheço esse rosto e lhes digo:
    vem dos rios subterrâneos da esperança,
    que fecundaram o trigo e fermentaram o pão.

    De onde vem essa mulher
    que apedrejam, mas não se detém,
    protegida pelas mãos aflitas dos pobres
    que invadiram os espaços de mando?
    Reconheço esse rosto e lhes digo:
    vem do lado esquerdo do peito.

    Por minha boca de clamores e silêncios
    ecoe a voz da geração insubmissa
    para contar sob sol da praça
    aos que nasceram e aos que nascerão
    de onde vem essa mulher.
    Que rosto tem, que sonhos traz?

    Não me falte agora a palavra que retive
    ou que iludiu a fúria dos carrascos
    durante o tempo sombrio
    que nos coube combater.
    Filha do espanto e da indignação,
    filha da liberdade e da coragem,
    recortado o rosto e o riso como centelha:
    metal e flor, madeira e memória.

    No continente de esporas de prata
    e rebenque,
    o sonho dissolve a treva espessa,
    recolhe os cambaus, a brutalidade, o pelourinho,
    afasta a força que sufoca e silencia
    séculos de alcova, estupro e tirania
    e lança luz sobre o rosto dessa mulher
    que bate às portas do nosso coração.

    As mãos do metalúrgico,
    as mãos da multidão inumerável
    moldaram na doçura do barro
    e no metal oculto dos sonhos
    a vontade e a têmpera
    para disputar o país.

    Dilma se aparta da luz
    que esculpiu seu rosto
    ante os olhos da multidão
    para disputar o país,
    para governar o país.

    BRASIL envelhece

    Expectativa de Vida Cresce
    A população brasileira atual é de 190.732.694 habitantes (dados do IBGE – Censo 2010). Segundo as estimativas, no ano de 2025, a população brasileira deverá atingir 228 milhões de habitantes. A população brasileira distruibui-se pelas regiões da seguinte forma: Sudeste (80,3 milhões), Nordeste (53,07 milhões), Sul (27,3 milhões), Norte (15,8 milhões).

    Expectativa de vida no Brasil
    aumenta três anos em uma década


    Mulheres vivem em média mais de sete anos do que os homens


    Se, em 1999, a esperança média de vida dos brasileiros era de 70 anos, no ano passado, passou para 73,1 anos - um aumento de 3,1 anos em uma década. Os dados são da Síntese de Indicadores Sociais, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em setembro de 2010.


    E essa situação é mais favorável para as mulheres do que para os homens. Enquanto que, no mesmo período, a expectativa de vida delas avançou de 73,9 para 77 anos, no caso deles passou de 66,3 para 69,4 anos.


    Segundo os dados do IBGE, a diferença entre a maior esperança de vida do sexo feminino, registrada no Distrito Federal (79,6 anos), para a menor do sexo masculino, registrada em Alagoas (63,7), corresponde a uma diferença de quase 16 anos a favor delas.

    Para o IBGE, a queda dos níveis de fecundidade e o aumento da esperança de vida dos brasileiros têm provocado a redução da população de crianças e jovens e, consequentemente, o aumento da proporção de adultos e idosos.

    Além disso, à medida que cresce a esperança de vida, a tendência é aumentar a incapacidade funcional da população idosa, classificada pelo instituto como a possibilidade, ou não, de uma pessoa conseguir caminhar 100 metros. Segundo o levantamento, a maior frequência de declaração de incapacidade funcional foi verificada entre idosos de 75 anos ou mais de idade (27,2%).

    Estimativas PESSIMISTAS
    Para o IBGE, a expectativa atual de vida no Brasil é de 72,7 anos. Mas um terço dos homens e um quinto das mulheres nascidos entre 2000 e 2005 não chegarão nem aos 65 anos. A conclusão é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicadas (Ipea). Segundo o autor da pesquisa, Milko Matijascic, “as pessoas passam mais de uma década com condições precárias de vida”. No Brasil chega a 13,5 anos o período que os homens passam doentes e 11,5 anos as mulheres. Pessoas com mais de 65 anos normalmente têm de 3 a 5 doenças associadas. A situação só é pior na Índia, África do Sul e Rússia. Uma das conseqüências desse quadro é o grande número de pessoas que se aposentam a cada ano por fatores de risco, invalidez, doenças e acidentes. Só em 2005 ele chegou a 57,4% das aposentadorias concedidas pela previdência.


    Expectativa de vida mundial em 2008 (Fonte: CIA World Factbook)


    A expectativa de vida da população, em nível mundial, é crescente. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) define expectativa de vida, ou esperança de vida como:

    Número médio de anos que um indivíduo de idade x esperaria viver a partir desta idade, se estivesse sujeito a uma lei de mortalidade observada. Particularmente, se x = 0, tem-se a expectativa de vida ao nascer (2008, p. 87).

    Ou seja, a expectativa de vida ao nascer é o número de anos que se calcula que um recém-nascido pode viver caso as taxas de mortalidade registradas da população residente, no ano de seu nascimento, permaneçam as mesmas ao longo de sua vida. A mesma fórmula é utilizada para o cálculo de sobrevida de uma pessoa aos 60 anos, por exemplo.

    A expectativa de vida ao nascer é calculada considerando, além da taxa de mortalidade, a expectativa de sobrevida da população residente na região em que o individuo nasceu. Fatores como saúde, educação, situação socioeconômica, criminalidade, e poluição, entre outros, são determinantes para uma maior expectativa de vida.

    Nesse sentido, o aumento da expectativa de vida da população está associado a melhoria das condições de vida dessa população. Políticas públicas e avanços tecnológicos promovem essas melhorias, tais como:

    •Os cuidados com gestantes (acompanhamento pré-natal), bem como o acompanhamento do recém-nascido e o aleitamento materno diminuem as taxas de mortalidade infantil;
    •Escolarização
    •Campanhas de vacinação
    •Saneamento básico
    •Avanços na medicina
    A expectativa de vida ao nascer é utilizada para cálculo previdenciário, seguro de vida e é um dos índices que compõe o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A partir desses índices, e de projeções calculadas a partir dele, políticas públicas devem ser estudadas e elaboradas para que sejam atendidas as necessidades da população no presente e no futuro.

    No Brasil, a menor taxa de fecundidade, associada ao aumento na expectativa de vida ao nascer tem como resultado, o aumento no número de idosos (pessoas com mais de 60 anos), sobretudo entre as mulheres, devido ao auto índice de mortalidade entre os homens por fatores externos.

    Segundo dados do IBGE (2008, p. 45), a expectativa de vida ao nascer, em nível mundial, para 2008 foi estimada em 67,2 anos. De acordo com esse relatório, no Brasil, a expectativa de vida ao nascer (2008) é de 72, 8 anos (sendo 76,7 anos para as mulheres e 69,1 anos para os homens). O Brasil ocupa a 87ª posição entre os países, quanto a expectativa de vida ao nascer. O país com maior expectativa de vida é o Japão (82,6 anos), e o país no qual a expectativa é menor (39,60) é a Suazelândia, país localizado no interior da África, entre Moçambique (penúltimo país no ranking, no qual a expectativa é de 42,10 anos) e a África do Sul (expectativa de 49, 30 anos).
    Por Thais Pacievitch, disponível em: http://www.infoescola.com/demografia/expectativa-de-vida/

    Taxa de Natalidade e de Mortalidade

    Se observarmos os dados populacionais brasileiros, poderemos verificar que a taxa de natalidade tem diminuído nas últimas décadas. Isto ocorre, em função de alguns fatores. A adoção de métodos anticoncepcionais mais eficientes tem reduzido o número de gravidez. A entrada da mulher no mercado de trabalho, também contribuiu para a diminuição no número de filhos por casal. Enquanto nas décadas de 1950-60 uma mulher, em média, possuía de 4 a 6 filhos, hoje em dia um casal possui um ou dois filhos, em média.

    A taxa de mortalidade também está caindo em nosso país. Com as melhorias na área de medicina, mais informações e melhores condições de vida, as pessoas vivem mais. Enquanto no começo da década de 1990 a expectativa de vida era de 66 anos, em 2005 foi para 71,88% (dados do IBGE).

    A diminuição na taxa de fecundidade e aumento da expectativa de vida tem provocado mudanças na pirâmide etária brasileira. Há algumas décadas atrás, ela possuía uma base larga e o topo estreito, indicando uma superioridade de crianças e jovens. Atualmente ela apresenta características de equilíbrio. Alguns estudiosos afirmam que, mantendo-se estas características, nas próximas décadas, o Brasil possuirá mais adultos e idosos do que crianças e jovens. Um problema que já é enfrentado por países desenvolvidos, principalmente na Europa.

    Mortalidade Infantil

    Embora ainda seja alto, o índice de mortalidade infantil diminui a cada ano no Brasil. Em 1995, a taxa de mortalidade infantil era de 66 por mil. Em 2005, este índice caiu para 25,8 por mil. Para termos uma base de comparação, em países desenvolvidos a taxa de mortalidade infantil é de, aproximadamente, 5 por mil.

    Este índice tem caído no Brasil em função, principalmente, de alguns fatores: melhorias no atendimento à gestante, exames prévios, melhorias nas condições de higiene (saneamento básico), uso de água tratada, utilização de recursos médicos mais avançados, etc.

    Outros dados da População brasileira

    - Crescimento demográfico: 1,17% ao ano (2000 a 2010) **
    - Taxa de natalidade (por mil habitantes): 20,40 *
    - Taxa de mortalidade (por mil habitantes): 6,31 *
    - Taxa de fecundidade total: 2,29 *
    - Estados mais populosos: São Paulo (41,2 milhões), Minas Gerais (19,5 milhões), Rio de Janeiro (15,9 milhoes), Bahia (14 milhões) e Rio Grande do Sul (10,6 milhões). **
    - Estados menos populosos: Roraima (451,2 mil), Amapá (668,6 mil) e Acre (732,7 mil). **
    - Capital menos populosa do Brasil: Palmas-TO (228,2 mil).**
    - Cidade mais populosa: São Paulo-SP (11,2 milhões). **
    - Proporção dos sexos: 48,92% de homens e 51,08% de mulheres. **
    - Vivem na Zona Urbana: 160,8 milhões de habitantes, enquanto que na Zona Rural vivem 29,8 milhões de brasileiros.**

    Fonte: IBGE * 2005 , ** Censo 2010 (http://www.suapesquisa.com/)

    Etnias no Brasil

    Pardos: 42,6%
    Brancos: 49,7%
    Negros: 6,9%
    Indígenas: 0,3%
    Amarelos: 0,5%

    Fonte: PNAD 2006


    filoparanavai 2011

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