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    domingo, 28 de agosto de 2016

    SOBRE O GOLPE POLÍTICO NO BRASIL QUE BUSCA GARANTIR O GOVERNO DOS RICOS E ACABAR COM OS DIREITOS SOCIAIS E HUMANOS DA POPULAÇÃO TRABALHADORA ...

    O que vivemos nesse momento no Brasil é um golpe da burguesia financeira contra o povo brasileiro. 

    A burguesia se aliou aos políticos corruptos do país e levam em frente o golpe contra a presidenta Dilma e mais de 54 milhões de eleitores que a elegeram democraticamente. 

    Um governo voltado para o povo como Dilma e Lula faziam não interessa aos mais ricos. Parte da classe média foi manipulada pela mídia golpista tendo a Globo à frente. Os espetáculos deprimentes dos domingos com a classe média sonegadora de impostos gritando contra a corrupção e Dilma eram muito patéticos. 

    A Globo é ovo da ditadura. Ela não apoia o golpe, ela é o golpe! Grande sonegadora de impostos ela também está à frente das grandes empresa que lesam os cofres públicos. Mas aliada da elite e dos políticos corruptos, todos fingem que nada acontece.

    PÍLULAS SOBRE O GOLPE NO BRASIL:

    “A única coisa que mata as parasitas antidemocráticas é o oxigênio do debate, da crítica e da verdade” [Dilma Rousseff 25/08/16]

    Sobre o impítimim da Dilma pelos ratos do Senado: "evite olhar-se no espelho e descobrir que, nesta ópera, o palhaço somos nós".   [Escritor Luis Fernando Veríssimo]

    JORNAL FRANCÊS LE MONDE 
    sobre o impítimim:
    "Se não é golpe, é uma farsa ..."
    Acertou na veia ... é as duas coisas ...

    E O GOLPE É UMA VERGONHA MUNDIAL ...
    Jornal The New York Times desmoraliza o golpe

    Periódico mais importante e influente do mundo publica charge que expõe a ridicularização internacional do Brasil diante da farsa do impeachment da presidente Dilma Rousseff; imagem mostra a presidente acuada por uma ninhada de ratos, em alusão aos parlamentares, muitos deles respondendo a processos, que vão decidir pelo afastamento definitivo de uma mulher honesta e eleita democraticamente. Fonte: BR247

    NA ESCOLA DA VIDA ...


    Claude Monet (1840-1926)
    Claude Oscar Monet (Pintor Impresionista)
    « Cuanto más vivo, más me arrepiento de lo poco que sé. »

    quarta-feira, 24 de agosto de 2016

    PARA COMPREENDER O GOLPE NO BRASIL ...


    NÃO PERCA A OPORTUNIDADE DE ASSISTIR ESSE VÍDEO PARA ENTENDER O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O SEU PAÍS ...

    ACORDA BRASIL ENQUANTO AINDA PODE ...


    segunda-feira, 22 de agosto de 2016

    VÍDEO MOSTRA SOFRIMENTO DO POVO GUARANI EM MATO GROSSO DO SUL - Reportagem da TV ONU




    No passado matavam os indígenas com a cruz e armas de fogo. Com a cruz os brancos matavam a cultura e a religião indígenas, com as armas tomavam suas terras. Hoje matam com a Bíblia, com as armas e com as canetas. Com a Bíblia matam a cultura e a religião indígenas, com as armas e canetas tomam as terras dos poucos indígenas que ainda existem. Assista essa reportagem e compreenda porque os povos indígenas ainda continuam a sua sina nas mãos dos brancos sem corações e com muitas contas bancárias. Os indígenas não têm vez em uma sociedade onde o lucro, o ter, estão acima do ser. Onde o lucro, o ter, estão acima da natureza e por isso as destroem sem piedade e sem dó...

    domingo, 21 de agosto de 2016

    O assunto é mídia lixo, homofobia e conhecimento ...

    Navegando pela internet no dia de hoje me deparei com esse belo texto de Jean Wyllys,deputado federal pelo PSOL-RJ, em resposta a mais um colunista desprezível da também desprezível revista Veja que ainda encontra em meio a uma classe média midiotiozida quem assine esse lixo de revista, que não deve ser lida pelo simples fato de que pode causar danos irreversíveis de alienação ao cérebro. A Veja mente, a Veja distorce fatos... O belo texto de Wyllys é um aula sobre homofobia. Vale a pena ler...



    Veja que lixo! 

    Questões de Gênero e Orientação Sexual

    Eu havia prometido não responder à coluna do ex-diretor de redação de Veja, José Roberto Guzzo, para não ampliar a voz dos imbecis. Mas foram tantos os pedidos, tão sinceros, tão sentidos, que eu dominei meu asco e decidi responder. A coluna publicada na edição desta semana do libelo da editora Abril — e que trata sobre o relacionamento dele com uma cabra e sua rejeição ao espinafre, e usa esses exemplos de sua vida pessoal como desculpa para injuriar os homossexuais — é um monumento à ignorância, ao mau gosto e ao preconceito. Logo no início, Guzzo usa o termo “homossexualismo” e se refere à nossa orientação sexual como “estilo de vida gay”. Com relação ao primeiro, é necessário esclarecer que as orientações sexuais (seja você hétero, lésbica, gay ou bi) não são tendências ideológicas ou políticas nem doenças, de modo que não tem “ismo” nenhum. São orientações da sexualidade, por isso se fala em “homossexualidade”, “heterossexualidade” e “bissexualidade”. Não é uma opção, como alguns acreditam por falta de informação: ninguém escolhe ser homo, hétero ou bi. O uso do sufixo “ismo”, por Guzzo, é, portanto, proposital: os homofóbicos o empregam para associar a homossexualidade à ideia de algo que pode passar de uns a outros – “contagioso” como uma doença – ou para reforçar o equívoco de que se trata de uma “opção” de vida ou de pensamento da qual se pode fazer proselitismo. Não se trata de burrice da parte do colunista portanto, mas de má fé. Se fosse só burrice, bastaria informar a Guzzo que a orientação sexual é constitutiva da subjetividade de cada um/a e que esta não muda (Gosta-se de homem ou de mulher desde sempre e se continua gostando); e que não há um “estilo de vida gay” da mesma maneira que não há um “estilo de vida hétero”. A má fé conjugada de desonestidade intelectual não permitiu ao colunista sequer ponderar que heterossexuais e homossexuais partilham alguns estilos de vida que nada têm a ver com suas orientações sexuais! Aliás, esse deslize lógico só não é mais constrangedor do que sua afirmação de que não se pode falar em comunidade gay e que o movimento gay não existe porque os homossexuais são distintos. E o movimento negro? E o movimento de mulheres? Todos os negros e todas as mulheres são iguais, fabricados em série? A comunidade LGBT existe em sua dispersão, composta de indivíduos que são diferentes entre si, que têm diferentes caracteres físicos, estilos de vida, ideias, convicções religiosas ou políticas, ocupações, profissões, aspirações na vida, times de futebol e preferências artísticas, mas que partilham um sentimento de pertencer a um grupo cuja base de identificação é ser vítima da injúria, da difamação e da negação de direitos! Negar que haja uma comunidade LGBT é ignorar os fatos ou a inscrição das relações afetivas, culturais, econômicas e políticas dos LGBTs nas topografias das cidades. Mesmo com nossas diferenças, partilhamos um sentimento de identificação que se materializa em espaços e representações comuns a todos. E é desse sentimento que nasce, em muitos (mas não em todas e todos, infelizmente) a vontade de agir politicamente em nome do coletivo; é dele que nasce o movimento LGBT. O movimento negro — também oriundo de uma comunidade dispersa que, ao mesmo tempo, partilha um sentimento de pertença — existe pela mesma razão que o movimento LGBT: porque há preconceitos a serem derrubados, injustiças e violências específicas contra as quais lutar e direitos a conquistar. A luta do movimento LGBT pelo casamento civil igualitário é semelhante à que os negros tiveram que travar nos EUA para derrubar a interdição do casamento interracial, proibido até meados do século XX. E essa proibição era justificada com argumentos muito semelhantes aos que Guzzo usa contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Afirma o colunista de Veja que nós os e as homossexuais queremos “ser tratados como uma categoria diferente de cidadãos, merecedora de mais e mais direitos”, e pouco depois ele coloca como exemplo a luta pelo casamento civil igualitário. Ora, quando nós, gays e lésbicas, lutamos pelo direito ao casamento civil, o que estamos reclamando é, justamente, não sermos mais tratados como uma categoria diferente de cidadãos, mas igual aos outros cidadãos e cidadãs, com os mesmos direitos, nem mais nem menos. É tão simples! Guzzo diz que “o casamento, por lei, é a união entre um homem e uma mulher; não pode ser outra coisa”. Ora, mas é a lei que queremos mudar! Por lei, a escravidão de negros foi legal e o voto feminino foi proibido. Mas, felizmente, a sociedade avança e as leis mudam. O casamento entre pessoas do mesmo sexo já é legal em muitos países onde antes não era. E vamos conquistar também no Brasil! Os argumentos de Guzzo contra o casamento igualitário seriam uma confissão pública de estupidez se não fosse uma peça de má fé e desonestidade intelectual a serviço do reacionarismo da revista. Ele afirma: “Um homem também não pode se casar com uma cabra, por exemplo; pode até ter uma relação estável com ela, mas não pode se casar”. Eu não sei que tipo de relação estável o senhor Guzzo tem com a sua cabra, mas duvido que alguém possa ter, com uma cabra, o tipo de relação que é possível ter com um cabra — como Riobaldo, o cabra macho que se apaixonou por Diadorim, que ele julgava ser um homem, no romance monumental de Guimarães Rosa. O que ele, Guzzo, chama de “relacionamento” com sua cabra é uma fantasia, pois falta o intersubjetivo, a reciprocidade que, no amor e no sexo, só é possível com outro ser humano adulto: duvido que a cabra dele entenda o que ele porventura faz com ela como um “relacionamento”. Guzzo também argumenta que “se alguém diz que não gosta de gays, ou algo parecido, não está praticando crime algum – a lei, afinal, não obriga nenhum cidadão a gostar de homossexuais, ou de espinafre, ou de seja lá o que for”. Bom, nós, os gays e lésbicas, somos como o espinafre ou como as cabras. Esse é o nível do debate que a Veja propõe aos seus leitores. Não, senhor Guzzo, a lei não pode obrigar ninguém a “gostar” de gays, lésbicas, negros, judeus, nordestinos, travestis, imigrantes ou cristãos. E ninguém propõe que essa obrigação exista. Pode-se gostar ou não gostar de quem quiser na sua intimidade (De cabra, inclusive, caro Guzzo, por mais estranho que seu gosto me pareça!). Mas não se pode injuriar, ofender, agredir, exercer violência, privar de direitos. É disso que se trata. O colunista, em sua desonestidade intelectual, também apela para uma comparação descabida: “Pelos últimos números disponíveis, entre 250 e 300 homossexuais foram assassinados em 2010 no Brasil. Mas, num país onde se cometem 50000 homicídios por ano, parece claro que o problema não é a violência contra os gays; é a violência contra todos”. O que Guzzo não diz, de propósito (porque se trata de enganar os incautos), é que esses 300 homossexuais foram assassinados por sua orientação sexual! Essas estatísticas não incluem os gays mortos em assaltos, tiroteios, sequestros, acidentes de carro ou pela violência do tráfico, das milícias ou da polícia. As estatísticas se referem aos LGBTs assassinados exclusivamente por conta de sua orientação sexual e/ou identidade de gênero! Negar isso é o mesmo que negar a violência racista que só se abate sobre pessoas de pele preta, como as humilhações em operações policiais, os “convites” a se dirigirem a elevadores de serviço e as mortes em “autos de resistência”. Qual seria a reação de todas e todos nós se Veja tivesse publicado uma coluna em que comparasse negros e negras com cabras e judeus com espinafre? Eu não espero pelo dia em que os homens e mulheres concordem, mas tenho esperança de que esteja cada vez mais perto o dia em que as pessoas lerão colunas como a de Guzzo e dirão “veja que lixo!”.

    sábado, 20 de agosto de 2016

    QUEM FOI QUE DISSE QUE A FELICIDADE ESTÁ NOS BENS MATERIAIS, NA OSTENTAÇÃO OU NO SEU ACÚMULO ???

    Tanta gente por aí com o nariz empinado, querendo ser uns mais que os outros, comprando tantos bens materiais para dizerem pra si mesmos que são felizes ... e aí aparece a dona Lindalva uma mulher profundamente humana dando uma lição de humanidade ...

    OS POBRES REALMENTE CONHECEM A FELICIDADE, não é por menos que Jesus tinha predileção por eles e horror pelos ricos ao ponto de alertá-los para o fato de que era MAIS FÁCIL O CAMELO PASSAR PELA PONTA DA AGULHA QUE UM RICO ENTRAR NO REINO DOS CÉUS. Olha só o que essa senhora fala de sua história de vida. Felicidade no pouco, não inveja o que é dos outros, fala em esforço pessoal para conquistar um pedacinho de terra, e na escola  é um exemplo de simplicidade e busca pelo saber... DE UMA PUREZA DE CORAÇÃO QUE EMOCIONA DE VERDADE QUEM A OUVE TAMBÉM COM O CORAÇÃO PURO ...


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