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    sábado, 10 de maio de 2014

    ONU ESTÁ NESSA LUTA: LIDER RELIGIOSO DIZ SER CONTRA HOMOFOBIA ATÉ NO "CÉU"

                                 TODOS CONTRA A HOMOFOBIA




    UM LIDER RELIGIOSO CRISTÃO PROFUNDAMENTE HUMANO... Desmond Tutu: 'Prefiro o inferno ao paraíso homofóbico' 

    ONU BRASIL - 
    VOCÊ NÃO PODE DEIXAR DE VER ESSE VÍDEO:

      

    “Eu não veneraria um Deus que fosse homofóbico e é assim que me sinto para falar sobre isso”, afirmou. “Eu me recusaria a entrar em um paraíso homofóbico. Chegaria lá e diria: ‘sinto muito’, prefiro ir para ‘o outro lugar’”. Tutu também fez pesadas críticas a religiões e líderes espirituais que discriminam pessoas por suas opções sexuais. 

    Ativista dos Direitos Humanos, ex-arcebispo anglicano da África do Sul critica religiões e líderes espirituais que discriminam pessoas por causa da orientação sexual 

    O ex-arcebispo da Igreja Anglicana da Cidade do Cabo, Desmond Tutu, um dos principais ativistas dos direitos humanos no continente africano, fez uma importante defesa pelos direitos da comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) no mundo. 


    Durante evento na ONU (Organização das Nações Unidas) na África do Sul em defesa da diversidade sexual, Tutu, vencedor do Prêmio Nobel da Paz em 1984 por sua atuação contra o apartheid, afirmou que prefere “o inferno do que um paraíso homofóbico”. 

    “Eu não veneraria um Deus que fosse homofóbico e é assim que me sinto para falar sobre isso”, afirmou. “Eu me recusaria a entrar em um paraíso homofóbico. Chegaria lá e diria: ‘sinto muito’, prefiro ir para ‘o outro lugar’”. Tutu também fez pesadas críticas a religiões e líderes espirituais que discriminam pessoas por suas opções sexuais. 

    O evento, ocorrido na última sexta-feira (26.01.13) na Cidade do Cabo, contou também com a presença do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e da alta comissária para os direitos humanos, Navi Pillay, no lançamento de uma campanha em defesa da comunidade LGBT pelo mundo. 

    Pillay lembrou que 76 países criminalizam as relações entre pessoas do mesmo sexo. As punições, nesses locais, variam desde sentenças de prisão à execução, o “que se constitui em clara violação aos direitos humanos básicos”. 

    “Estou tão engajado nesta campanha como sempre estive na luta contra o apartheid. Para mim, ambas estão no mesmo nível”, disse Tutu, que se aposentou recentemente. 


      
      



     


     








    filoparanavai 2014

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