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    terça-feira, 8 de abril de 2014

    TEMA DE REDAÇÃO: Saúde Pública








                          


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    O Sistema Único de Saúde (SUS) tem mais de duas décadas exibindo um paradoxo. O Brasil é o único país do mundo que tem uma rede de saúde gratuita e aberta a toda a população e, ao mesmo tempo, vê o mercado (convênios e consultas particulares) gastar mais dinheiro do que o Estado. O motivo da contradição, dizem especialistas, é a falta de recursos públicos para fazer com que o SUS se realize plenamente, tal qual previsto na Constituição, o que exigiria pelo menos dobrar seu caixa. As despesas com saúde no Brasil são de 8,4% do chamado produto interno bruto (PIB), a soma das riquezas produzidas pelo país durante um ano. Deste ponto de vista, o investimento está em linha com a média global, de 8,5% anuais, segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS). A distinção está em quem puxa os gastos. No Brasil, 55% são privados (e beneficiam cerca de 46 milhões de conveniados) e 45%, públicos - favorecem todos os 190 milhões de brasileiros. A fatia estatal representa 3,7% do PIB, um terço mais baixo do que a média internacional, de 5,5% do PIB, de acordo com a OMS. No resto do mundo, o gasto público equivale a 60% do total investido em saúde. • “O SUS é o melhor projeto de saúde do mundo, só falta ser implantado”, diz Sinmed do Rio [http://memoria.ebc.com.br/]
    Classe média elogia hospitais do SUS, mas critica superlotação. Pesquisa revela que os serviços do SUS são mais bem avaliados por quem costuma utilizá-los do que por quem nunca usou. Entre os anseios de uma classe média crescente, ter na carteira um cartão de plano de saúde é tão importante quanto a chave de um carro. Medicina pública, diz o senso comum, é para quem não tem dinheiro. Por trás dos estereótipos, no entanto, milhares de usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) experimentam os problemas e os benefícios da maior rede de assistência gratuita do mundo. Inclusive os pacientes que têm como bancar a saúde privada. E é dessa classe média, avaliam os especialistas, que a rede precisa de mais atenção. A nutricionista Patrícia Martins, 34 anos, é uma defensora do SUS. Durante toda a vida, apesar de ter um plano privado, ela fez os acompanhamentos de rotina em postos de saúde. O fato de ela, moradora de Águas Claras e professora universitária, frequentar ambulatórios públicos chegou a ser questionado por um médico que a atendeu. “Ele me perguntou o que eu estava fazendo ali e se eu não tinha plano. As pessoas acham um absurdo. Se a gente não usa, como pode reivindicar melhorias?”, questiona.[LEIA MAIS AQUI: http://www.correiobraziliense.com.br/]
    O sistema de saúde brasileiro: história, avanços e desafios [LEIA MAIS AQUI: http://download.thelancet.com/]  
    Saúde no Brasil evolui, mas ainda precisa melhorar qualidade, diz IBGE. Afirma que o setor apresentou “relevantes evoluções” nos últimos anos, “com crescente (mesmo se ainda insuficiente) investimento público”.[ LEIA MAIS AQUI: http://g1.globo.com/
     
    O Mais Médicos encerra seu quarto ciclo de seleção com o atingimento da meta de levar mais 13.235 profissionais às unidades básicas de saúde dos municípios que aderiram ao programa até o primeiro trimestre deste ano, com ampliação do atendimento a 45,6 milhões de brasileiros. O desempenho foi possível graças à entrada de mais profissionais brasileiros e estrangeiros por meio da cooperação individual e do acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), que permitiu a atuação de médicos cubanos no Brasil. [LEIA MAIS AQUI: http://www.brasil.gov.br/
     
    Governo reduz gastos mas aumenta investimentos em saúde e educação. Orçamento Geral da União 2014 teve uma redução de despesas de R$ 44 bilhões. 

    SUS democratiza o acesso do cidadão aos serviços de saúde. O Sistema Único de Saúde (SUS) foi criado no Brasil em 1988 e tornou o acesso à saúde direito de todo cidadão. O Sistema Único de Saúde, criado no Brasil em 1988, com a promulgação da nova Constituição Federal, tornou o acesso gratuito à saúde direito de todo cidadão. Até então, o modelo de atendimento era dividido em três categorias: os que podiam pagar por serviços de saúde privados, os que tinham direito à saúde pública por serem segurados pela previdência social (trabalhadores com carteira assinada) e os que não possuíam direito algum. [LEIA MAIS AQUI: http://www.brasil.gov.br/]

    Relatório: problemas no SUS ferem dignidade da população. asos de pacientes em macas espalhadas pelos corredores ou em colchões sobre o chão, falta de água em chuveiros e sanitários e cenários que se assemelham aos de uma enfermaria de guerra integram relatório divulgado nesta segunda-feira pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). O órgão, em parceria com a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, visitou oito hospitais de urgência da rede pública. A conclusão: problemas estruturais no Sistema Único de Saúde (SUS) ferem a dignidade e os direitos da população. [LEIA MAIS AQUI: http://noticias.terra.com.br/
     
    O Sistema Único de Saúde foi criado em 1988. Está, portanto, com 25 anos. Criado para ser um modelo de atendimento, embora não tenha cumprido totalmente seu objetivo, não dá para criticá-lo sem levar em conta as dificuldades regionais, a extrema carência de algumas regiões do Brasil e o esforço que vem sendo feito para que, cada vez mais, a população carente possa ser beneficiada por ele. Estamos vivendo um momento em que os planos de saúde privados estão ficando inacessíveis para uma grande parte de pessoas que os utilizavam. Dessa forma, aumenta gradativamente o número de usuários do SUS. São pessoas que necessitam, não apenas de consultas clínicas, mas de exames complementares como Raio X, Ultrassonografia, Tomografia computadorizada, exames de laboratório, procedimentos cirúrgicos, atendimentos de emergência e uma série de medidas que são necessárias e que exigem recursos financeiros. Como modelo de programa de saúde pública, temos que elogiá-lo. Como está sendo executado, queremos melhorias. Já falei anteriormente que o Sistema Único de Saúde não pode estagnar ou retroceder. A saúde é um direito de todos e um dever do Estado. Se assim está na Constituição, vamos lutar para seja uma realidade para todo o povo brasileiro e não uma teoria a mais. [LEIA MAIS AQUI: http://www.fsindical.org.br/]



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