quinta-feira, 9 de maio de 2013

ATUALIDADE: De olho na mídia, O GLOBO do PIG mente sem qualquer pudor...

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Assentamento Itamarati, no Mato Grosso do Sul
Hoje, é o maior assentamentos da América Latina e possui uma população maior do que muitos municípios de Mato Grosso do Sul. O último censo revela que nos 50.127 hectares do assentamento vivem, aproximadamente, 13.730 habitantes, perfazendo um total populacional maior do que diversas cidades de Mato Grosso do Sul, como Antônio João, Aral Moreira, Coronel Sapucaia e Nioaque, por exemplo.



DE OLHO NA MÍDIA QUE É PORTA VOZ 
DA BURGUESIA FINANCEIRA 
E DA BURGUESIA RURALISTA

Coutinho Júnior: 
O que o Globo não viu no assentamento Itamarati 
publicado em 9 de maio de 2013 às 17:36
por José Coutinho Júnior, ESPECIAL viomundo


No dia 5 de maio, o jornal O Globo publicou uma matéria intitulada “De antigo império da soja à maior favela rural no interior do Brasil”. O repórter visitou o assentamento Itamarati, no Mato Grosso do Sul, e, de acordo com a matéria, o assentamento é a prova concreta de que a Reforma Agrária no Brasil fracassou. De acordo com O Globo, a maioria dos assentados, carentes de assistência técnica e meios para produzir, arrenda seus lotes para grandes fazendeiros: “sem financiamentos ou assistência técnica, os pequenos agricultores não conseguem sobreviver da lida no campo. Até traficantes de drogas arrendam terras por lá. Tem fazendeiro que arrenda até 15 lotes”. 

O Globo também alega que os “silos e armazéns de grãos estão apodrecendo”, e que “a prefeitura de Ponta Porã aguarda até o dia em que o Incra conceda a área para o município. Ali, quer que nasça uma nova cidade”. 

No ano passado, estive no assentamento para fazer uma matéria sobre a produção do Itamarati para uma revista especial que o MST irá lançar. Por isso, posso afirmar que a reportagem do jornal não corresponde à realidade. 


“A maior favela rural do Brasil”, como afirma o título da reportagem, conta com duas formas de trabalhar a produção agrícola: áreas individuais e coletivas. Nos lotes individuais de até 10 hectares, as famílias produzem frutas e vegetais, como acerola, laranja, mandioca e criam animais. Essa produção é voltada ao consumo interno e venda em pequena escala. 

Já as 66 áreas coletivas têm por volta de 120 hectares e um pivô de irrigação [ é uma estrutura da área coletiva que, quando ligada, rega a área coletiva em diversos pontos ao mesmo tempo], capaz de concentrar a produção em larga escala, de onde se extraem os alimentos para a comercialização. Há plantação de milho, soja, amendoim, feijão e pastagem para o gado. 

A produção em larga escala passa então para as cooperativas, criadas pelos assentados para desenvolver o assentamento. Dados da Cooperativa dos Agricultores Familiares do Itamarati (Cooperafi), responsável pela produção de leite e grãos do assentamento, apontam que a produção de leite no Itamarati chega a 500 mil litros por mês; soja, milho e feijão atingem um milhão, 800 mil e 200 mil sacas por safra, respectivamente. 

Os silos e armazéns de grãos estão longe de apodrecer. Pelo contrário, a Cooperafi revitalizou o maquinário que já existia na fazenda e se encontrava deteriorado, e hoje o Itamarati, com dez silos ativos, armazena 70 mil sacas de grãos em cada um, além de contar com um silo maior capaz de comportar 1,5 milhão de sacas. Este silo maior se encontra desativado, mas Jacob Alberto Bamberg, presidente da Cooperafi, afirma que ele terá pelo menos 25% de sua capacidade reformado ainda este semestre. 

O Itamarati conta com uma segunda cooperativa, chamada Cooperativa Agroindustrial Ceres (Coopaceres). Essa cooperativa é responsável pela produção de sementes: na safra do ano passado, 180 produtores do assentamento receberam sementes e produziram 500 toneladas de feijão. Parte dessa produção e das sementes foi exportada para a Venezuela, que comprará mais mil toneladas na próxima safra. 

O arrendamento de lotes e a falta de assistência técnica por parte do governo são problemas de fato enfrentados pelo Itamarati. No entanto, à medida que as iniciativas das duas cooperativas se solidificam, esses problemas começam a ser superados. 

A Cooperafi contratou técnicos que atualmente vivem no assentamento, especializados na recuperação do solo, além de uma veterinária, também residente lá. Além disso, há planos de construção de um laticínio para agregar mais valor ao leite, de frigoríficos e de cisternas para o período das secas. 

O assentamento Itamarati surgiu de uma ocupação em 2002. Nos dois primeiros anos de assentamento, porém, os agricultores perderam muito dinheiro por conta de uma seca. 

Segundo Olívia de Moraes, diretora do colégio Carlos Pereira, “nos dois primeiros anos de assentamento as pessoas foram convencidas por agrônomos da região de que estas terras eram uma mina de ouro, e que todos ficariam ricos rápido. A maioria dos produtores investiu nas lavouras, mas como tivemos um período de seca, eles perderam tudo. Muitos inclusive deixaram o assentamento por conta desses primeiros anos”. 

Some-se a isso o fato de que a produção de leite na região era alvo de um cartel das empresas leiteiras, que obrigavam os produtores a vender o litro de leite a R$ 0,30 centavos, e muitos produtores deixaram seus lotes ou passaram a arrendá-los por não ver uma saída. 

Somente após o surgimento das cooperativas (a Coopaceres surgiu em 2006 e a Cooperafi, em 2010), é que a situação começa a melhorar para os assentados: hoje, o litro do leite, graças à Cooperafi, é vendido a R$0,78 centavos. 

As sementes de feijão produzidas pela Coopaceres começam a se difundir, aumentando a produção do grão no assentamento, oferecendo mais uma alternativa economicamente viável aos produtores. Assim, mais produtores deixam de arrendar para voltar a produzir, pois notam que isso é economicamente viável agora. 



A reportagem de O Globo é mais uma tentativa de desacreditar a Reforma Agrária frente à opinião pública por meio da manipulação dos fatos. Estranho é que na mesma página o jornal publica uma matéria sobre os resultados positivos da Reforma Agrária no Rio Grande do Sul, mas não cita uma única vez que a cooperativa em questão é organizada pelo MST. É uma pena que a nossa grande imprensa seja capaz de um jornalismo tão ruim e tendencioso.

Enem será nos dias 26 e 27 de outubro; 
inscrições começam na segunda 
Portal do MEC 




Os candidatos a vagas na educação superior que pretendem participar da edição de 2013 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) podem fazer a inscrição, exclusivamente pela internet, a partir de segunda-feira, 13, às 10 horas. O período se estenderá até as 23h59min do dia 27 próximo, de acordo com o horário oficial de Brasília. O edital do exame foi publicado nesta quinta-feira, 9. 

Para os candidatos não isentos, a taxa de inscrição, de R$ 35, deve ser paga até o dia 29. Estão isentos os concluintes do ensino médio em 2013, matriculados em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar da Educação Básica. Também não precisa pagar a taxa o participante com renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio e que tenha cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou, como bolsista integral, em escola da rede particular. Por fim, estará isento aquele que se declarar integrante de família de baixa renda ou estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica. 

Fonte: educadores.diaadia.pr.gov.br



Marco Feliciano e seus seguidores são pseudos-cristãos que nos ensinam que o "inferno" é uma opção saudável diante do "Céu" que eles pregam... São o "Pedro" que continuou a negar Jesus mesmo depois da terceira cantoria do galo... 


Crime 
PASME: ATÉ A VEJA NÃO ESCONDE A VERDADE 
Marco Feliciano e os amigos poderosos do pastor Marcos Pereira 

Polícia Civil afirma que deputado do PSC passou a segunda-feira reunido com o líder evangélico preso por estupro no Rio. Lista de amizades inclui ainda Anthony Garotinho, Alvaro Dias, Marlene Mattos e o ex-pagodeiro Waguinho 

A lista de amigos influentes do pastor Marcos Pereira, preso por estupro na noite de terça-feira, é extensa e vai bem além dos templos da Baixada Fluminense. Desde a última quinta-feira, quando foram expedidos os mandados de prisão pela Justiça do Rio, policiais da Delegacia Especial de Combate às Drogas (DCOD) monitoraram os passos do pastor. De acordo com o delegado Márcio Mendonça, ao longo de toda a última segunda-feira Marcos Pereira ficou dentro de um templo em São João de Meriti na companhia de outro pastor ilustre: o deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara e alçado à fama tanto por suas declarações como pelas reações destemperadas que as frases causaram. 

Na noite em que foi preso, Pereira imediatamente telefonou para amigos influentes – entre eles alguns deputados da bancada do Rio. Chamou também fiéis da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD), para protestar contra sua prisão. Pelo menos um deputado atendeu prontamente ao chamado: o deputado Geraldo Pudim, do PR fluminense, aliado e braço direito do deputado e ex-governador Anthony Garotinho, foi à delegacia ainda de madrugada. 

A influência de Pereira sobre traficantes e o domínio que exerce em áreas controladas pelo tráfico na Baixada Fluminense sempre intrigaram quem acompanha de perto os dois assuntos - política e criminalidade. Nunca havia se provado, no entanto, que ele tenha ido além do papel de líder religioso. Em março do ano passado, no entanto, VEJA tornou públicas as acusações formais contra ele, em uma remportagem que detalha inquéritos por estupro e a relação próxima com traficantes. Há mais de um ano, portanto, quem se aproxima de Pereira tem noção exata das acusações que pesam contra ele. 

Um vídeo publicado no Youtube mostra Marco Feliciano, em 19 de fevereiro deste ano, fazendo uma defesa de Marcos Pereira na tribuna da Câmara dos Deputados. Para Feliciano, Pereira e Silas Malafaia sofrem perseguição de órgãos da imprensa. Em outro vídeo, Feliciano é ovacionado em uma pregação para fiéis da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, corrente comandada por Marcos Pereira. Feliciano relata, em um dos vídeos, ter ficado impressionado com o poder de Pereira de salvar jovens do tráfico e das cracolândias. Ele relata ter estado com o pastor no carnaval, em uma fazenda onde estavam reunidos 500 jovens. 

A diferença entre os dois personagens defendidos por Feliciano é bastante clara: um enfrenta reações por suas opiniões, e, como o próprio presidente da Comissão de Direitos Humanos, torna-se alvo sempre que - usando sua liberdade de expressão - manifesta-se contra o casamento gay e outros temas. Já Pereira entrou na mira da polícia por algo que nada tem a ver com liberdade ou religião: é acusado de crimes gravíssimos, como abuso sexual - que motivou a prisão - e homicídio, ainda em investigação. 

Os pedidos de prisão preventiva foram expedidos este mês em função de dois depoimentos prestados por vítimas em abril, o que embasou a necessidade de manter o acusado em detenção. 

Fonte: veja.abril.com.br

filoparanavaí 2013

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