terça-feira, 11 de setembro de 2012

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sábado, 8 de setembro de 2012

DUCHAMP a IMAGEM comunica

MARCEL DUCHAMP

Considerado um dos precursores da arte conceitual, Marcel Duchamp introduziu a ideia de ready made como objeto de arte.

Marcel Duchamp jogando xadrês

Marcel Duchamp nasceu em 1887 em Blainville na Seine –Maritime. Em 1902, começa a pintar paisagens de Blainville. As suas primeiras obras mais importantes mostram influência de Cézanne e dos pintores fauvistes. Também foi influenciado pelo simbolismo e futurismo. É influenciado pela cronofotografia – técnica de fotografia aplicada a assuntos em movimento e que consiste na obtenção de imagens a intervalos regulares. Faz quadros de jogadores de xadrez . Em 1911 faz “Homem triste...” e o esboço a óleo para “Nu descendo uma escada”. A primeira pintura de uma máquina é o “Moinho de Café”.

Em 1912 pinta o “Nu descendo uma escada”, que é recusado no Salão dos Independentes. Os quadros sobre xadrez evoluem para o “Rei e a Rainha Rodeados por Nus Rápidos”. Começa a fazer anotações e a guardá-las. Em 1913 começa a fazer desenhos mecânicos, estudos a óleo e anotações que irão resultar na “Noiva...”. Monta uma roda de bicicleta sobre um banco de cozinha . Faz “3 Paragens padrão”. Em Nova Yorque o “Nu ...” faz escândalo e torna-o célebre. Em 1916 inventa o termo “readymade”. Em 1917 “A Fonte” é recusada no Salão dos Independentes. Com outros publica a revista de inspiração Dada “The Blind Man”. Em 1920, em N.Y., trabalha com Man Ray em experiências cinematográficas e nos seus objetos de ótica de precisão, como por ex. a “Placa de vidro rotativa”, que é um dispositivo com motor para fazer experiências de efeitos óticos. Surge “RroseSelavy”, duplo feminino de M.D., fotografado por Man Ray. Em 1934 publica a “Caixa Verde” com réplicas das anotações e de esboços. Em 1941 publica “Caixa numa Mala”, uma seleção representativa da sua obra através de reproduções em miniatura, contidas numa caixa desdobrável. Em 1945 o Museu de Arte Moderna de N.Y. compra “A passagem da Virgem à Noiva” – É a primeira vez que um museu adquire uma obra sua. Em 1946 começa a trabalhar nos “Dados “ que leva 20 anos a fazer. Em 1959 organiza com Breton a exposição Internacional do Surrealismo em Paris. Morre em 1968 e pede para porem na sepultura “Aliás são sempre os outros que morrem”. Com a Revolução Modernista nas primeiras décadas do séc.XX, há a suspensão dos valores clássicos, as pessoas no início do séc. assistem a uma mudança rápida do mundo que as rodeia – a industrialização enche o mundo de formas novas, produtos novos, e altera a paisagem. Há as descobertas das ciências micros. O real deixa de ser fixo, existindo uma outra dimensão que não nos é dada ao olhar – dimensão microscópica da realidade. Há esgotamento do realismo ótico.

Surgem as primeiras imagens mecânicas – a fotografia, o cinema, que permitiam reproduzir a realidade. Assim, o primeiro modernismo vai rejeitar a sujeição a qualquer norma representativa, a qualquer padrão clássico e temas, sendo formado por artistas chamados de vanguarda. Estes criam uma arte experimental e socorrem-se de tudo.
O Corpo artístico cada vez é mais desordenado e cada vez é maior o, esforço para organizá-lo. A primeira dificuldade em analisar a arte tem a ver com o facto de a arte ser formada por objetos que pertencem a universos diferentes . O objeto artístico serve diversas finalidades e os materiais podem ser muito diversos.


Com Francis Picabia foi um precursor importante do dadaísmo. Este nasceu em parte do desencantamento que a guerra provocou, e de uma negação dos valores aceites da arte e da literatura, que os dadaístas consideravam os produtos duma civilização decadente.
Havia espírito de protesto, de provocação. Muitos manifestos “dada” proclamavam a espontaneidade, a liberdade e a anarquia. Este movimento agitou pelo absurdo, pela ironia, pelo sarcasmo, um certo número de hábitos e de ideias preconcebidas, e suscitou algumas modificações radicais na arte e na estética.
A obra de M.D. compreende três dimensões: produção de sentidos, material do quotidiano, relação com o observador. Isola os objetos do seu contexto familiar, da sua função originária e recontextualiza-os, transformando-os noutra coisa . É sempre possível fazer uma nova interpretação das suas obras. Ele utiliza o título que joga com o próprio objeto – o urinol passou a ser chamado “ A fonte ” e tem a particularidade de ser um objeto que enquanto fonte, o seu jato de água tem o trajeto de dentro para fora e como urinol recebe o líquido num trajeto oposto. Na revista “The Blind Man” de 1917, M.D. escrevia que Mutt (assinatura da fonte) escolhera a “fonte” , tendo desaparecido o seu sentido utilitário, e que havia criado um pensamento novo para este objeto . Que Mutt tenha feito com as suas mãos o objeto, não tem importância. A obra só se completa com o espectador, realiza-se através da relação deste com o objeto. O espectador participa da obra e cria sentidos.
M.D. reunia os objetos que considerava significativos. Descontextualizando os objetos e assim fazendo criar neles novos sentidos, produz-se um efeito de instabilidade semântica, fazendo com que o objeto seja e ao mesmo tempo não seja o que parece ser, e há produção de uma série de processos mentais de memória e esquecimento. Os elementos da realidade física são apropriados e usados como material para a arte. São usados materiais provenientes de fora dos materiais tradicionais artísticos e são usados como um dos elementos do conteúdo; são manipulados como se fossem significados. Há procedimentos de construção que não cabem no princípio de organização tradicional, ou seja, na “Gestalt”. Há abandono do princípio da composição. O princípio organizativo dos elementos é a materialização de uma ideia. O sentido destas obras não está localizado no objeto para ser descoberto pelo espectador, é produzido no encontro entre este e a obra. Não têm sentido fixo, têm instabilidade de evocações que são produzidas quando são observadas; são obras “abertas”. Abalam qualquer princípio de identidade, podem ser uma coisa e outra coisa ao mesmo tempo – “são máquinas celibatárias que pedem alguém que as complete”, como diz Gilles Deleuze. Estes objetos desafiam, inquietam, e estão de acordo com Fernando Pessoa quando diz que o espectador é tão autor da obra como o próprio autor.
M. Duchamp não pretendia impor uma nova linguagem revolucionária, mas propor uma atitude de espírito.

M. Duchamp. : “não acredito na função criativa do artista. Este é um homem como qualquer outro, a sua ocupação é fazer certas coisas. A palavra “arte” vem do sânscrito, significa “fazer”. Toda a gente faz alguma coisa e aqueles que fazem coisas sobre uma tela com uma moldura são chamados artistas. Antigamente eram nomeados por uma palavra que eu prefiro: artesãos. Somos todos artesãos ”.

Não se reproduz o real, é um trabalho com fragmentos da realidade, toma uma posição na própria construção da realidade. Não são janelas sobre o mundo, ou espelhos do mundo , são partes do mundo, acrescentam ao mundo. Na relação do espectador com a obra, o recetor participa na criação da obra. A arte é uma coisa que acontece entre espectador participante e um conjunto de estímulos que age sobre ele.
Foi cartoonista e vendeu desenhos humorísticos , na maior parte dos casos provocadores e baseando-se muitas vezes em trocadilhos verbais e visuais. No início dos anos 60 tornou-se uma personalidade influente no mundo da arte. Alguns artistas recusavam-se a aceitar a sua obra incondicionalmente, como foi o caso de Joseph Beuys que afirmou que o silêncio de Duchamp era sobrestimado. Duchamp manteve durante toda a vida a atitude de não comentar as interpretações dadas à sua arte.

Duchamp pode considerar-se como tendo provocado a rotura modernista no início do séc. Ele desmaterializa a obra, todo o universo que a envolve. Faz centrar a discussão sobre o processo e não sobre o resultado da obra. Entre 1914/16, há quatro operações de alteração no seu trabalho: mudar o objeto fazia mudar o estatuto do objeto e a sua perceção (colocá-lo num museu; torná-lo peça de museu) .
Rotação espacial do objeto (urinol invertido).

Alterações do sentido (o nome do objeto remete para outra significação do objeto). Mecanismo emissor ( em vez de recetor, passou a ser emissor do sentido).

O modo como a peça surge é definidor do sentido da peça.

A partir de 1918 preocupa-se com o movimento ligado à ocupação espacial. A vulgaridade do objeto é importante no processo.

Duchamp substitui a questão do belo pela questão de ser ou não ser arte, colocada pela primeira vez no “Escorredor de Garrafas” . Duchamp retira ao objeto a funcionalidade, a manufatura e a categoria de “belo”. Levanta a questão da permissividade – qualquer um “eventualmente” pode ser artista. M.D. nunca teve um trabalho sistemático, quis romper com a sistematização. O seu trabalho está todo interligado como uma teia. Há remissões e ligações de peça para peça . Duchamp nunca passou para o estatuto do ato criativo, apenas se importou com o estatuto do objeto.

Na “Crítica da Faculdade de julgar”, Kant dizia que um juízo de gosto pode ser discutido porque existe em nós uma espécie de apetência para o “bom senso”. O sentido comum a que chegamos é o cimento da sociedade, isto é que liga as comunidades humanas. Esta interpretação de Kant permitiu a Shiller escrever as “Cartas para a educação da humanidade” e dizer que nós precisamos de uma sociedade que seja muito mais sedimentada numa educação estética, porque na educação estética existe uma espécie de tensão com tendência para o diálogo e também para o sentido comum para determinar a sua atividade. O problema posto com Duchamp, é que este divorcia a prática artística desta tentativa de encontro de um sentido comum, que era um dos fundamentos da estética da modernidade.

A aquisição da modernidade é posta pelo problema da transformação do representativo da obra, num problema referencial. As obras já não representam, mas presentificam. Presentificando têm universos de referência.

A “fonte” foi proposto como objeto artístico mas ao mesmo tempo era um objeto encontrado e transformado pela posição em que era apresentado e assinado como R. Mutt, havendo a hipótese de este ser o nome da firma que tinha fabricado a peça . O trabalho foi recusado e ficou levantada a questão da fronteira entre aquilo que é arte e o que não o é . O problema que Duchamp levantou foi o do estatuto negocial da arte; a arte não é algo colado aos objetos, não é uma essência interna dos objetos, mas é um estatuto negocial que determinado tipo de objetos tem em determinadas circunstâncias. Esse estatuto negocial que ele desnudou apresentando o urinol, de algum modo inicia um processo de separação, por um lado do universo da estética e por outro lado do universo da arte. Em relação a este objeto a única pergunta que não era admissível era sobre o juízo de gosto. Era uma pergunta sem sentido porque ele estava a cumprir num determinado momento um determinado papel na própria negociação do estatuto daquele objeto . Há pela primeira vez um divórcio entre o universo da estética e o universo da arte.
“Desde que os generais já não morrem a cavalo, os pintores já não são obrigados a morrer nos seus cavaletes” .
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http://aimagemcomunica.blogspot.com.br/2011/11/marcel-duchamp.html

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

WILKE e o corpo como expressão artística de protesto

ESTÉTICA DO ENGAJAMENTO





Hanna Wilke, artista norteamericana (Nueva York 1940-1993) pionera en los años setenta de la aproximación feminista al arte y de la lucha por acabar con la inexistencia de la mujer en el ámbito artístico. La muestra acoge 60 obras, en un recorrido que comienza por sus primeros dibujos y esculturas y se adentra en las diferentes técnicas y cuestiones que abordó a lo largo d...e su trayectoria artística. Wilke se inició en el arte como escultora, técnica que practicó con materiales tradicionales (cerámica) y otros enteramente novedosos (chicle, goma de borrar, látex); pero además abordó con intensidad la performance, la fotografía, el vídeo, la pintura y el dibujo. Criticada e incomprendida por sectores del feminismo más radical de la época, su cuerpo se erigió en el centro de su arte, su biografía personal fue su inspiración artística y su lucha política en el seno del feminismo constituyó el engranaje en el que se articuló su obra. "Exchange Values" (el título, prestado de Marx y utilizado por la artista en una de sus performances, tiene una doble interpretación: "valores de cambio" o el imperativo "cambia de valores") es la primera exposición de Hannah Wilke en España y una de las escasas oportunidades de ver un conjunto amplio de su obra en Europa. La exposición es una producción de ARTIUM que se acompaña de una serie de conferencias y un ciclo de cine independiente que enmarcan el contexto artístico de Hannah Wilke.

Hannah Wilke perteneció a la primera generación de artistas americanas feministas que de manera consciente dedicaron buena parte de sus energías a sacar a la luz su situación de desigualdad o mejor dicho de ausencia en el ámbito social y artístico, dominado por un arraigado discurso patriarcal. En los años setenta, Wilke y otras muchas reivindicaron a través de su arte el reconocimiento de la especificidad de su género y la posición de mujer sujeto frente a la de mujer objeto que había ocupado tradicionalmente en la historia del arte. En ese sentido, la imagen de la vagina se convirtió en un elemento clave en la expresión artística de estas mujeres, un icono que les permitía distanciarse de sus colegas varones y, paralelamente, para rescatar el sexo femenino de su consideración como algo pecaminoso o como mero símbolo de fertilidad.

Este es el contexto en el que se desarrolló el trabajo de Hannah Wilke. Su propio cuerpo, y por extensión su propia vida, se convirtió en el elemento clave que permitió a Wilke abordar asuntos de carácter universal (algunos de ellos de enorme actualidad hoy en día) a lo largo de toda su trayectoria: la defensa de la diversidad cultural, religiosa o étnica, la denuncia tanto de la opresión de la mujer como del fanatismo feminista, la dignidad de la vida humana, el dolor, la enfermedad o la muerte.

"Hannah Wilke. Exchange Values" se organiza en cuatro grandes ejes temáticos que mantienen asismismo un cierto sentido cronológico. La muestra comienza con sus trabajos iniciales, dibujos y especialmente esculturas en cerámica, látex y chicle. Wilke fue la primera artista que, a finales de los 60, incorporó la iconografía vaginal a sus obras: vaginas creadas conmateriales diversos, de diferentes tamaños, en serie o aisladas, pegadas sobre el suelo, sobre la pared, en postales o fotografías, todas distintas y singulares.

Una segunda estación en la muestra acoge el testimonio de sus performances, vídeos y fotografías, obras en las que Hannah Wilke convierte su cuerpo en el eje de su arte y su principal herramienta de trabajo. Estas obras, consecuencia de la exploración de nuevas formas de expresión como contraposición al mito del genio artístico masculino, corresponden a la vez, al momento de mayor empuje de su compromiso frente al sistema patriarcal vigente. En ellas, Wilke cuestiona, desde la ironía y desde su cuerpo desnudo, el rol social de la mujer y los estereotipos de la belleza y la feminidad ("S.O.S.

Starification Object Series"), el fanatismo feminista radical ("Marxism and Art"), la depreciación del trabajo artístico femenino frente al masculino ("So Help Me Hannah"), y el papel de la mujer en la representación artística como objeto pasivo ("I Object").

Testamento vital
En 1978, Hannah Wilke supo que su madre padecía cáncer y abandonó temporalmente su trabajo para cuidar de ella. Su muerte le llevó a presentar en 1984 una exposición en la que, además de rendir homenaje a su madre, Wilke reflexionaba sobre la fragilidad y la vulnerabilidad del ser humano, sobre la fugacidad de la vida, sobre el ciclo sin fin de la existencia. Este es el cuarto hito de la exposición, donde pueden verse fotografías, dibujos y esculturas. Aquí, las esculturas vaginales parecen haberse reproducido, como las células sanas para crear nueva vida o, paradójicamente, como las cancerígenas para acabar con ella.

Lo autobiográfico recorre toda la exposición, y se hace especialmente patente en el cuarto capítulo de "Exchange Values". Pocos años después de la muerte de su madre, Hannah Wilke recibe también un diagóstico de cáncer. Durante los seis años que precedieron a su muerte, Wilke intensificó su actividad artística, en parte como una terapia para sobrellevar el sufrimiento, de donde surge la serie "Intra Venus". Mientras luchaba contra la enfermedad, realizó a diario dibujos de su rostro y sus manos que le ayudaban a comprender la transformación que estaba experimentando, creó esculturas con objetos médicos y realizó más de 3.000 fotografías y 30 horas de grabaciones en vídeo. "Intra Venus" es, de alguna manera, el testamento artístico y vital de Hannah Wilke.
Dado que la biografía personal de Wilke tuvo un enorme impacto en el desarrollo de sus obras, ARTIUM ha preparado al final de la exposición una sección documental dedicada a su vida. Fotografías de su vida personal y artística, vídeos, entrevistas e incluso la grabación de una canción de corte feminista realizada Hannah Wilke. El área documental se completa con un amplio dossier de la artista norteamericana.

ARTIUM ha organizado asimismo un ciclo de cine y otro de conferencias con el fin de contextualizar la exposición y las obras de Hannah Wilke. Las artistas Carolee Schneeman y Martha Rosler, feministas que desarrollaron su carrera en la tensa década de los 70, la historiadora del arte Maite Garbayo y la profesora de Historia del Cine Garbiñe Ortega, situarán el entorno, tanto social como creativo, en el que se desarrolló la obra de Wilke. La conferencia de Garbiñe Ortega servirá además de prólogo al ciclo de cine independiente de los años 70, titulado "La ruptura del sueño americano", con una selección de películas que muestran mostrará la crisis social, política y moral de la sociedad americana de una época en la que Hannah Wilke abordaba los mismos temas desde su militancia feminista.



http://www.hannahwilke.com/




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