quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

SALVAR O PLANETA PASSA PELA HUMANIZAÇÃO DO HOMEM E A HUMANIZAÇÃO DO HOMEM PASSA PELO CONHECIMENTO E O CONHECIMENTO PASSA PELA FILOSOFIA E PELA CIÊNCIA



"O Homem só vai pensar no "aquecimento global" o dia que não suportar mais o calor ou o frio intenso; o dia que as intempéries da natureza levar sua casa ou ceifar a vida de seus entes queridos; o dia que faltar comida na sua mesa, no mercado e no campo; o dia que a água não sair mais de sua torneira; o dia que não puder mais pensar e nada fazer... é uma pena a tragédia humana do não pensar!"

"Resolver as questões em torno do "Aquecimento ou congelamento Global" passa pelos bolsos dos grandes capitalistas. Esta é uma decisão crucial para a Humanidade: diminuir a quantidade de dólares e euros nas contas bancárias dos grandes ricos ou o contrário disto, assistir a maior parte da Humanidade ser ceifada pelo egocentrismo e ganância de uns poucos..."

Reflexões de Lucio LOPES (02.12.2011)

Grandes produtores rurais do Brasil em defesa de seus interesses capitalistas se posicionam contra a HUMANIDADE e ameaçam colaborar ainda mais para a destruição do Planeta.

Os cientistas mais otimistas afirmam que as próximas décadas serão decisivas para que o Homem se posicione e mude o curso de sua História. Caso contrário, a vida humana estará irremediavelmente comprometida no Planeta.

Independentemente da Teoria, se aquecimento ou congelamento, o fato é que o Homem consumista do Sistema Capitalista é uma ameaça a si próprio e em benefício direto a poucos Homens localizados em Classes Sociais que exploram o trabalho e o mercado para ampliarem seus capitais através do lucro.

No Brasil os grandes ruralistas, que produzem para exportar e aumentar as quantias em Euros e Dólares em suas contas bancárias querem dar um "jeitinho" de não serem punidos pelo MAL já feito e muito menos serem impedidos de continuarem desmatando impunemente e por consequência continuarem agredindo o meio ambiente. Tudo em nome da produtividade.

É hora da população dar um basta. Parar de votar em representantes do LATIFÚNDIO para os legislativos - concentração mais desigual, desproporcional, desumana de todo o planeta.

No Senado a votação emperrou e será retomada semana que vem. Na Câmara a vergonha já foi exposta - ruralistas venceram os argumentos mais lógicos dos ambientalistas e quem perdeu? Todos nós.

Ou você tem dúvidas?
Você acha que eles, os grandes ruralistas aceitarão abrir mão de ganhar EUROS e DÓLARES para proteger a vida humana no Planeta? Eles estão pouco se lixando para o futuro e muito menos para todos nós. Eles só querem grantir o seu hoje.

Quando faltar água potável daqui pouco tempo, em qual torneira você acha que vai faltar primeiro?

Quando faltar comida, em qual prato você acha que vai faltar primeiro?

Quando faltar oxigênio, em qual organismo humano você acha que vai faltar primeiro?

A notícia seguinte é um contribuição para essa nossa reflexão:



Na COP-17, Brasil vira motivo de discussão por aprovar mudança no Código Florestal

Atualizado em Filoparanavaí 01/12/2011, 07h30

No segundo dia da 17ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-17), em Durban (África do Sul) e em meio às discussões sobre Protocolo de Kyoto e seu segundo período de vigência, o debate sobre a REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação) tem avançado na agenda da conferência. Segundo Osvaldo Stela, coordenador do Programa de Mudança Climáticas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), sobre os pontos centrais do mecanismo de redução de desmatamento, o Brasil tem se tornado central na discussão em razão das mudanças na sua legislação ambiental.

"A discussão da REDD é um dos pontos que independentemente do Protocolo de Kyoto tem avançado na agenda. Dentro da questão da redução do desmatamento, o Brasil sempre foi protagonista, mas com as mudanças no Código Florestal está claro que vão reduzir as áreas de florestas sob proteção na Amazônia", destaca Osvaldo.

Segundo o coordenador do Ipam, a pergunta que se faz a todos os brasileiros que estão na Conferência é sobre o que efetivamente vai acontecer com as florestas no Brasil, caso o novo Código seja aprovado. Para os ambientalistas, a redação final mantém anistias ao desmatamento e a redução de áreas protegidas em propriedades rurais.

"Todos os sinais indicam que se as alterações forem aprovadas como estão agora, as chances de haver novamente aumento no desmatamento na Amazônia é muito grande e isso compromete não só as metas que o Brasil disse que vai levar a cabo. Mas também é um péssimo exemplo a todos os países do mundo que também procuram reduzir as suas emissões por desmatamento", ressalta Osvaldo.

O projeto de lei que altera o Código Florestal brasileiro devera seá votado em plenário na próxima terça-feira (6). Após passar por quatro comissões e carregar polêmicas em parte dos itens aprovados, o relatório será colocado em pauta apesar de ter pontos pendentes de acerto entre as bancadas, segundo Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo no Senado.

Caso seja aprovado, o texto voltará à Câmara, que poderá acatar ou rejeitar as mudanças promovidas. Apenas cumpridas essas etapas é que a matéria irá a sanção presidencial, podendo ser vetada total ou pontualmente.

Segundo ele, o Brasil terá sua posição fragilizada internacionalmente, pois, até então, era visto como exemplo a outros países por manter metas de redução de emissão voluntárias e conseguir cumpri-las. Porém, internamente, a consequência será um péssimo recado à sociedade, segundo Osvaldo, pois quem não cumpre a lei "no futuro sempre dá-se um jeito", lamentou.



Fonte: Disponível em: [http://www.redebrasilatual.com.br/temas/ambiente/2011/11/na-cop-17-brasil-torna-se-motivo-de-discussao-por-tentar-aprovar-novas-leis-ambientais]

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